Mediunidade, Saúde e Religião


Salve buscador!

Muitos ainda creem que mediunidade está restrita à religião. Um engano que se carrega como crença. Todo espírito encarnado é médium, vivenciando temporariamente na “carne”. Somos médiuns em variados graus. A intermediação entre os mundos material e espiritual ocorre mesmo sem a consciência do homem-espírito.
 

Como espíritos, pensamos, sentimos e agimos manifestando-nos na matéria densa, através do corpo físico. Entre a energia terrestre e a sutileza espiritual, encontram-se os corpos dimensionais que envolvem o espírito, possibilitando sua movimentação na esfera terrena.    

Conforme a condição espiritual, somos mais ou menos sensíveis às emanações fluídicas sutis e desta forma podemos classificar os médiuns como naturais, ostensivos ou de fundo.

Médiuns naturais: A mediunidade ocorre naturalmente junto aos outros sentidos, desenvolvendo-se conforme a evolução do espírito.

Médiuns ostensivos: São médiuns que submetidos às leis do karma, renascem com um afloramento mediúnico mais intenso e com seus corpos em descompensação vibratória. Sua condição parafisiológica proporciona uma sensibilidade exacerbada.

Médiuns de fundo: São aqueles que têm sua mediunidade ativada por assédio e obsessões espirituais. Quando cessado o envolvimento espiritual, o médium de fundo, volta a sua natural condição mediúnica.

Há uma estreita relação entre a saúde física, mental e a mediunidade.

No intercâmbio mediúnico, temos a participação dos chacras, presentes nos corpos sutis, que assimilam e distribuem as correntes de energia entre diferentes dimensões em que o ser integral e holístico está inserido. 

Toda influência energética  que recebemos através dos chacras, passa pelo crivo dos corpos sutis mental, emocional, vital e finalmente pelo corpo  físico. Os sistemas endócrino e nervoso são ativados, produzindo a sintomatologia típica do padrão vibracional próprio de cada ambiente ou espírito que nos toca energeticamente.

A interpretação das sensações advindas do plano espiritual é conduzida de acordo com as crenças e o significado que o médium dá a cada uma delas. Portanto, quanto mais isento de limitações preconceituosas e julgamentos, mais ampla será sua tradução como canal mediúnico.

A falta de consciência sobre o sexto sentido, torna o médium muito mais vulnerável às negatividades vibracionais e propício aos desequilíbrios dos corpos físico, emocional, mental e espiritual. Como alguém que caminha na escuridão da ignorância sobre si e sua interatividade com as dimensões sutis, o médium perde a oportunidade de usar sua ferramenta mediúnica em seu benefício e autoconhecimento e também em prol do próximo.

Há na prática da psicologia, psiquiatria e medicina, como um todo, a condução de diagnósticos, baseados no conhecimento científico com paradigma materialista. Transtornos físicos e psicológicos são avaliados nesse contexto e abrem uma lacuna para as questões espirituais.
Na visão holística, a saúde ou desequilíbrio mediúnico resultarão em saúde ou desequilíbrios físico e mental. Síndrome do pânico, esquizofrenia, TOC, transtornos de depressão, ansiedade e bipolar e outros desequilíbrios da mente, são ativados a partir do campo áurico.

Quando há a aproximação de um espírito desencarnado, o médium mais sensível, com seus chacras mais suscetíveis, receberá a influência da energia emanada, sofrendo as consequências da sintonia vibratória entre ambos.
Tanto as obsessões espirituais quanto a mediunidade ostensiva, causam grande parte dos transtornos psicológicos e necessitam de um olhar mais integral, para que possam ser tratadas adequadamente.

O médium desequilibrado é todo aquele que se encontra submetido às energias deletérias de obsessores e ambientes, devido sua conduta desregrada e sua sintonia vibratória negativa, que acolhem pensamentos e emoções destrutivas, além de sua falta de conhecimento sobre si mesmo.


Os transtornos mentais estão associados a cristalizações no corpo mental, que induz o médium a um padrão vibratório repetitivo e doentio ou refletem os sintomas da mediunidade ostensiva e desconhecida pelo médium. Muitos médiuns são tratados erradamente com a alopatia que apenas camufla a sintomatologia.

Os desequilíbrios físicos também têm raízes profundas com a frequência que o espírito vibra e sua relação com os planos sutis e material.
Alguns médiuns curadores têm em comum a capacidade de assimilar com facilidade o prana ou ectoplasma. Se não o faz fluir, direcionando-o ao próximo, pode acumular grandes massas em seu corpo vital que se transformam em cistos e outras doenças físicas.

A religião pode ser de grande valia ao médium, quando assimilada por sua alma, auxiliando na transformação interior, que resultará numa mudança de seu padrão vibracional. Porém, não é imprescindível para a saúde mediúnica como alguns acreditam.

A prática da vida diária é que determinará o desenvolvimento e saúde mediúnica. De nada vale, o médium frequentar por anos uma casa espírita sem que haja a renovação interior que se expressa no dia a dia. No trabalho, no lar, nas relações com o meio e o outro.

Existe a perfeição implícita no universo e em todas as manifestações, basta reconhecermos e aprendermos a lidar com nossa multidimensionalidade. Estamos entrelaçados por um oceano de energia e o sexto sentido, ou mediunidade, é a bússola do médium, que o leva a navegar.

A saúde mediúnica não depende de religião. A mediunidade equilibrada é resultado de pensamentos, sentimentos e emoções equilibradas. O comportamento diante da vida, as escolhas que fazemos.
O caminho da cura para o médium desequilibrado, assim como para as doenças do corpo e da mente, está no autoconhecimento e no despertar da consciência.

Precisamos em nossa caminhada evolutiva, perceber os nossos desvios, condutas desfavoráveis, vícios da mente e do corpo. Crenças limitantes que carregamos por vidas, sem a consciência de que somos responsáveis por nossa prosperidade, plenitude e felicidade. 
A saúde é um complexo que emerge da integração harmoniosa do ser multidimensional consigo mesmo e com todas suas realidades dimensionais.

Seja Amor!

Para orientação e terapia transpessoal particular, obtenha informações e valores por e-mail: nadyaprado@uol.com.br

Para saber mais sobre transpessoal e Nadya Prem acomanhe o blog: http://www.psicologiaespiritualista.blogspot.com.br

Curta a página oficial de Nadya Prado no facebook: http://www.facebook.com/nadya.r.s.prado

Cuidado com o olho gordo! Aprenda a se proteger...


Lembro-me de uma ocasião em que recebemos a visita de uma moça em casa. Naquele período, meus irmãos e eu éramos solteiros e morávamos com nossos pais. Ela trabalhava com meu irmão mais velho e minha mãe a recebeu em nossa sala. Lá havia uma planta, muito bonita que, no dia posterior, amanheceu morta. Minha mãe, apesar de não se voltar a nenhuma religião específica e sem nenhum estudo mais apurado sobre o assunto, logo concluiu que aquela mulher era uma pessoa invejosa e seu olho gordo havia atingido a pobre plantinha. 

A sabedoria popular está presente em cada um de nós, com o que assimilamos de nossa cultura, com os nossos ancestrais. Eu respeito muito esse conhecimento adquirido através dos tempos. Os médicos de pés descalços, precursores da Medicina Tradicional Chinesa, as benzedeiras, os xamãs, são todos seres imbuídos desse saber sobre a nossa essência. 

Meu pai, desde pequena, dizia para que não pisássemos sem sapatos em piso gelado. Algo que aprendeu com meus avós e que para a medicina ocidental não tem nenhum nexo. Porém, quando me embrenhei na medicina chinesa, deparei-me exatamente com esse contexto. Considera-se que o frio adentra o corpo instalando desarmonias. A síndrome do frio que nos acomete, provocando doenças. 

Deixando de lado algumas crendices que não fazem parte do conhecimento humano, adquirido em sua comunicação com a natureza e sua observação, estamos resgatando o respeito à sabedoria de nossos antepassados. 

O olho gordo é a capacidade que uma pessoa tem de emanar sua energia invejosa desfavorável a outra, ao seu lar, a sua vida. Muitas pessoas não acreditam neste poder maléfico que alguém tem de interferir em seu bem-estar, pura e simplesmente. Concordo que é necessário que haja uma explicação viável.

Estamos entrelaçados, sofrendo a influência energética, uns dos outros. Isto é ponto pacífico entre os estudiosos, que compreendem a energia que está presente em todas as coisas. Einstein admitiu que toda matéria é energia condensada e a medicina oriental se baseia na manipulação energética para curar. Todas as criaturas, plantas, animais e seres humanos, são dotados de um corpo sutil, conhecido por corpo vital. Ele serve de molde ao corpo físico e toda doença tem inicio nesse corpo, sendo que os pensamentos e sentimentos nele atuam, mobilizando e influenciando. 

Comunicamo-nos energeticamente na dimensão sutil e qualquer intervenção alheia que assimilamos, inicia-se no corpo vital. Quando alguém, envolvida em seus pensamentos e sentimentos negativos, devido sua frequência vibratória, entra em contato conosco, sua energia pode nos prejudicar. O olho gordo é a inveja que alguém sente, oposta ao sentimento de admiração. Não há contentamento nesse ser quando ele olha para você desse modo. Há uma inquietação, um desagrado por não ser ele quem está em sua condição, seja profissional, familiar, financeira ou amorosa.

Essa pessoa não se importa com você, ela sente um mal-estar e a energia que envia é pesada, doente. É alguém preso ao egoísmo e que sofre em seu casulo de dor. Entretanto, se você abre as portas de sua casa para ela, a desarmonia que a acompanha, como lama que escorre, pode respingar em você.

A inveja é uma energia invasiva, que lança um olhar de cobiça venenoso. Não podemos negar a existência do olho gordo, mas ele pode ser transformado. Em seu lugar, a admiração é o olhar contemplativo. Pode-se sentir admiração por alguém, fazendo de seu exemplo um caminho que se objetiva seguir para si. 

Olho gordo existe sim, porém, não é necessário que nos preocupemos demasiadamente com ele. Basta que estejamos na energia do amor, da confiança no bem, que nos fornece a proteção contra os invejosos. É uma questão de sintonia vibratória. Estamos imunes quando não nos sintonizamos com a energia destrutiva da inveja.

Quando abolimos de nossa vida algumas crenças, ao mesmo tempo, elas se dissolvem de nossa realidade. Quem vive achando que os outros o invejam e colocam olho gordo em tudo que lhe pertence, é uma pessoa muito apegada a si mesma, é egoísta. Nessa vibração de egoísmo ela se coloca vulnerável e se sintoniza com o que teme. Então, apesar de sabermos que o olho gordo é real, em nossa vida essa realidade pode passar longe! 

Como se defender do olho gordo? 

Não se exponha demais aos outros

Quando você faz isso, você abre o seu campo energético, que fica vulnerável a receber as energias deletérias das pessoas. Nem todo mundo fica feliz em ver você de bem com a vida, seja mais reservado. 

Tenha sempre plantas em casa e no trabalho 

As plantas são escudos contra o olho gordo. Elas são atingidas pelas energias negativas, antes que nos atinjam. 

Pensamentos positivos 

Não tenha medo de ninguém. Quando você acredita que o olho gordo pode atingir você, ele se torna mais efetivo, você dá poder a força que ele traz. Não entre na mesma sintonia vibratória da pessoa invejosa. 

Nunca zombe daquilo que não conhece ou desacredita 

Você não tem que acreditar no olho gordo, mas quando despreza e desrespeita com escárnio, seja o que for, sintoniza-se com a energia da discórdia e do desamor. Fortalece a negatividade em si, que nessa vibração o afeta e aproxima dos espíritos zombeteiros.

Não tenha sentimentos negativos pela pessoa invejosa

Entenda que o invejoso, é alguém que não é feliz consigo mesmo, que não aceita a situação em que se encontra e não acredita no próprio potencial para conquistar o que deseja. Procure compreender esse irmão que se encontra em estado de aflição e de egoismo. Um dia, ele se libertará de seu casulo.

Seja Amor!