SÍNDROME DO PÂNICO - tratamento e cura

domingo, 21 de dezembro de 2014

Praticando a Gratidão



Como é bom se sentir grato! É um sentimento que dissolve os miasmas, as formas-pensamento, desfaz os nós , melhora o fluxo respiratório, faz o coração bater numa cadência suave. A leveza que o sentimento de gratidão oferece é incomparável. Faz fluir em nosso ser o amor incondicional por tudo, por todas as criações Divinas.
A gratidão nos faz entrar em contato com o milagre da vida e torna claro o porquê de estarmos aqui e agora. Passamos a compreender os sofrimentos como bênçãos que nos impulsionam ao crescimento espiritual.
Apoiados pela lei da causa e efeito, entendemos que o sofrimento, a doença e a dor, são respostas da vida para as nossas questões mal resolvidas.
Sim, é como se perguntássemos a Deus: O que fazer para ser feliz? Como resolver este vazio existencial? Como aprender a me amar e me relacionar com o próximo?
Recebemos na experiência diária todas as respostas para as nossas “pendências” com o compromisso espiritual de sermos plenos.
Gratidão é aceitação e despertar da consciência.


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O QUE SÃO MIASMAS ASTRAIS?


São emanações de baixíssimo teor vibratório que, quando plasmadas, adquirem forma e aderem aos nossos corpos sutis e ao ambiente, na forma de larvas, pequenos insetos e peçonhentos.
Elas se formam a partir de nossos pensamentos e emoções negativas, que se unem às vibrações semelhantes da psicosfera.
Muitas vezes, quando adormecemos nosso corpo físico e relaxamos as amarras que nos prendem aos cinco sentidos, podemos ver os miasmas em nossos “sonhos”. Na realidade, não é apenas um sonho ou um pesadelo. É a nossa visão astral que percebe os “bichinhos” e quando acordamos, trazemos por meio das interpretações do cérebro e da mente racional, as reminiscências do que avistamos no plano astral.
Quando conseguimos afastar os miasmas durante o sonho, significa que também nos desfizemos deles em nosso ambiente astral. Caso isso não ocorra e você acorde perturbado com  mal-estar, proceda uma limpeza energética e astral.
Para ajudar a descolar os miasmas do corpo sutil, acenda um incenso, tome um banho de sal grosso com sete ervas (do pescoço para baixo), faça um autopasse e ore com a vontade de reforma íntima. Visualize a energia da luz laranja que dissolve as impregnações.
Porém, não esqueça que são medidas paliativas e que haverá a necessidade de sua mudança vibratória. Conhecer a si mesmo e reconhecer seus vícios mentais, emocionais e atitudes que corroboram  esse estado vibracional.
Atraímos para nós as vibrações com as quais nos sintonizamos. O pensamento e a vontade são poderosos criadores e arquitetos da dimensão astral.
A psicosfera terrena , aura que envolve o planeta, é bastante densa e facilmente somos influenciados por ela se não estivermos vigilantes. Isso não significa esconder nossas más tendências. Não basta apenas querermos mutilar nosso lado negativo. Precisamos assumir nossas vicissitudes para compreendê-las e transformá-las.
Algumas pessoas estão tão impregnadas de miasmas que já não coneguem se conectar com sua luz interior ou com os benfeitores espirituais. Com o tempo os miasmas provocam uma série de distúrbios físicos e mentais, que só cessam definitivamente com o auxilio da espiritualidade e de uma profunda transformação interior que o próprio sofrimento proporciona.

Seja Amor!

Nadya Prem

Meus artigos são baseados em meus estudos, pesquisas e práticas transpessoais.


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

QUAIS OS SINTOMAS DA MEDIUNIDADE?





                                                                      ACESSE:


             SERÁ QUE VOCÊ É MÉDIUM?  

CONHEÇA ALGUNS SINTOMAS SIMPLES DE MEDIUNIDADE QUE MUITAS VEZES SÃO CONFUNDIDOS COM PROBLEMAS CORRIQUEIROS!

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Mediunidade Reflexo X Transtornos Psicológicos

                               
...As criaturas denominadas ecos do mundo são aquelas que estão na Terra à mercê de tudo o que as rodeia. Estão envolvidas, inconscientemente, por coisas, pessoas, situações e fatos, como folhas perdidas ao vento na imensidão de uma planície. Elas desconhecem as raízes de suas reações emocionais e ignoram as energias que chegam em seu campo sensório...
A Imensidáo dos Sentidos – Francisco do Espírito Santo ditado por Hammed


A mediunidade tem como característica básica a sensibilidade aguçada para captar energias circundantes das dimensões sutis, sejam de espíritos encarnados ou desencarnados, de ambientes e de objetos.
O médium é um canalizador e, como tal, pode recepcionar as mais diversas emoções e diferentes pensamentos, plasmados no oceano energético que compõe o mundo sutil. Lembrando, todos somos médiuns em variados graus.
O espírito encarnado recebe as emanações fluídicas dos planos energético e astral, por meio de seus chacras, vórtices psicoenergéticos que constituem a parafisiologia do ser multidimensional.
Os transtornos psicológicos têm uma relação íntima com a desarmonia mediúnica, quando avaliados sob a ótica transpessoal.
A conexão entre as dimensóes segue a lei da sintonia.  Pessoas que vivem somente no ego têm uma tendência a desajustes psíquicos e emocionais, devido ao seu comportamento adverso à comunhão com a espiritualidade e com a natureza.
Na Medicina Tradicional Chinesa aprendemos que o homem deve procurar estar em harmonia com as energias telúricas e celestiais para que haja equilíbrio e saúde integral. O ch’i (energia) flui de forma correta e equilibrada quando admitimos a nossa interação com o Todo e praticamos o Tao.
O espírito que não reconhece a interação constante entre todas as coisas, em suas relações com a vida e com os outros, provavelmente está com seu campo aberto a todo tipo de energia. Está descuidado e de portas abertas, porque não compreende que não é uma ilha, como alguns acreditam.
A separatividade que o ego impõe provoca a deficiência dos sistemas físico e energético, altera o metabolismo, sua imunidade, entre outras consequências, pois o sistema endócrino está associado aos plexos nervosos e chacras. O espírito recebe as emanações sutis por meio dos chacras e o corpo físico se ressente das energias deletérias.
No campo psíquico, o individualismo exacerbado, transforma a mediunidade num campo aberto  e sem  dono às energias circundantes, em especial, as mais densas que, com maior facilidade adentram seu psiquismo. O médium passa a compartilhar de pensamentos e emoções alheias e doentias que, aos poucos, tomam conta de sua aparelhagem mental e mediúnica. Seu comportamento passa a ser dominado por um emaranhado de estímulos que parecem enlouquecê-lo, pois  desconhece seu potencial mediúnico e não tem como tomar posse de si mesmo.
São interferências que o espírito encarnado sofre por não estar consciente de sua mediunidade e que minam sua capacidade de autocontrole.
A inter-relação entre médium e psiquismo, tem via de mão dupla, visto que a predisposição psíquica para o desequilíbrio irá determinar o grau de desordem mediúnica. Em vidas passadas encontramos as causas da predisposição citada.
Espíritos que há milênios vivem, vida após vida, no egoísmo, nos vícios, na ilusão da matéria, desprezando as oportunidade das reencarnações, trazem o corpo emocional e mental desarmonizados. Acumula em seu perispírito energias deletérias que são expurgadas em sua vida atual, como uma benção. O espírito é incentivado a mudar seu padrão vibratório para  restaurar sua aura “doente”.
Essa condição eu denominei de Mediunidade Reflexo. Sem autoridade sobre si mesmo, o médium se torna reflexo de todas as energias que incorpora e que lhe causam os transtornos psicológicos de todas as espécies.
Incorporar a si mesmo o libertará da Mediunidade Reflexo. O médium, por meio da autoconsciência, adquirirá os recursos necessários para sair dessa situação de desequilíbrio.
Sabemos que há uma infinidade de graus mediúnicos que diferem conforme a evolução do espírito e seu estado vibratório.
Um médium  ostensivo e de prova, ou seja, com mediunidade de alto grau, devido a má conduta de vidas anteriores e que tem uma aparelhagem física e parafisiológica diferenciada da grande maioria, está muito mais submetido as influências energéticas. Nesse caso, defrontamos com uma enormidade de pessoas diagnosticadas com transtornos psicológicos agravados pela falta de entendimento da verdadeira causa, que está muito mais atrelada a sua multidimensionalidade desajustada.

Todos estamos submetidos à lei de causa e efeito e, não há como se apaziguar com o Todo, sem que se apazigue consigo mesmo.

O processo de cura  do ser integral, realiza-se por uma vivência consciente. A autoconsciência implica em reconhecer nosso estado de espírito atual, com sinceridade, sem esconder as imperfeições ou sombras que ainda nos movem, mesmo que secretamente. É um caminho de autoconhecimento, pelo qual admitimos nossa dualidade.

Assumir humildemente nossa condição de meros aprendizes, sem pretensão nenhuma... Viver aqui e agora, simplesmente, totalmente, profundamente...
No presente descobrimos a nós mesmos e a nossa mediunidade se aflora como lótus do pântano.

Quando o homem assumir sua essência espiritual e sua conexão com a natureza, poderá despertar para a visão transpessoal. Sentir-se uma ilha, provém do fato de que sua visão é limitada. Expandir a consciência é o mesmo que olhar para o nosso planeta lá de longe, de uma nave estelar. Então o homem verá que a ilha faz parte de um Todo.

Seja Amor!


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Por que afirmações positivas não curam?


“(...)Ora, não credes que basta pronunciar algumas palavras para afastar os maus espíritos, guadai-vos, sobretudo, de vos servirdes de uma dessas fórmulas banais, que se recita para desencargo de consciência; sua eficácia está na sinceridade do sentimento que a dita; está, sobretudo, na unanimidade da intenção(...)”.
Livro dos Médiuns – Allan kardec

Ouço, atualmente, muitas pessoas falarem sobre as “afirmações positivas”,  verbalizadas ou não e o poder que elas têm em alterar uma situação desarmônica, trazendo equilíbrio e saúde.
As palavras quando proferidas ou mentalizadas não possuem muito “poder” se não incorporadas pela essência interior. Precisamos compreender que toda mudança que almejamos em nós mesmos e em nossa vida, depende de abandonarmos o nosso ego, para acessarmos um estado de consciência capaz de alterar o padrão vibratório.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Você se sente motivado?

Motivação é um estado de espírito. Algumas pessoas confundem expectativa e ansiedade com motivação.  

Motivação é considerada, no âmbito profissional, um incentivo, uma mola propulsora. Porém, ninguém é verdadeiramente motivado por impulsos externos por longos períodos, sem que haja em si a vontade, o ímpeto.
Temos a prova disso em tantas pessoas, que apesar de terem um bom emprego e uma boa vida financeira, estão em depressão, desmotivadas, sem vontade de viver.  Então, aí está a confusão. Um bom salário e benefícios criam expectativas de uma vida melhor, mas, com o tempo o ser vivencia a frustração, porque a felicidade não vem de fora, ela é interior. 

A motivação é um sentimento de estar presente e participativo no conjunto da vida. Qual o melhor motivo para a ação? Presença, sim, contemplação. Não faça nada pelo amanhã, faça pelo agora. Amanhã são expectativas e ansiedades, hoje é plenitude.
Contemplação é um estado de presença na vida, sem interferências da mente com o passado ou com o futuro.
Hoje eu sou feliz, não amanhã. Eu quero contemplar a vida e isso é motivação. Eu amo a natureza e me sento diante dela e me uno a ela. Eu amo compartilhar com você e me sento diante do computador e escrevo para você agora!
Isso é motivação! Não penso se me trará benefícios para o amanhã, se garantirá meu futuro... Apenas faço o que quero aqui e agora.
Se está desmotivado com seu trabalho, reflita e seja corajoso! Assuma o seu verdadeiro ser. E se não pode deixar seu emprego agora, então faça algo que compense essa tristeza interior. Entretanto, aviso que será algo passageiro e logo você voltará ao mesmo estado de tensão.
Sei que a pergunta fundamental é: - Como sair dessa? Como largar tudo? De que vou viver?

Outro dia, alguém me disse que precisava de um lar, que precisava de seu espaço. Meu eu superior lhe respondeu:
“Seu lar é seu planeta!” Por que não confia na vida e se entrega a ela? Por que não confia em Deus e na natureza que lhe proverão o sustento?
Tenho filhos para sustentar, tenho impostos, tenho tantos compromissos financeiros!
E felicidade, você tem?
Você está cheio de medo, expectativas e ansiedades sobre o amanhã.
Entregue-se e pare de lutar. Viva! Sinta prazer pela vida!
O prazer pela vida não está no dinheiro, não está no outro, não está no amanhã... Você não tem que competir com o outro, não tem que ganhar uma premiação...
Motivação é viver aqui e agora! É tão simples...
Quando você entender a motivação, então não haverá mais problemas com seu trabalho seja ele qual for.
Se você é um “gari” e faz o seu trabalho, contemplando em estado motivado, você é feliz hoje e não se preocupa com o amanhã.
Se você é um empresário , vai para seu escritório e faz o seu trabalho em contemplação no aqui e agora, não sofrerá de um ataque cardíaco, de crises de ansiedade ou outros transtornos. Você se sentirá pleno e não precisará trabalhar 20 horas por dia para dizer: “Eu fiz a minha parte”. Isso é falso e não será suficiente, porque não houve presença.
E isso serve para todas as coisas da vida. Se você está sozinho, sofreu uma decepção amorosa e coloca sua energia nessa dor, então ficou estagnado no passado e acha que o outro era sua motivação.
Você está errado, está parado na ilusão... Perceba que só depende de você, estar motivado não é algo que se compra, como um livro de autoajuda. Eu tenho um cliente que se perde em meio a tantos livros. Ele busca sua cura, sua transformação interior, busca conhecimento. Mas, ele apenas fica na “mente” e lá ele sofre...
Ideais não servem a nada se não colocados em prática. 
O que eu quero lhe dizer é que você precisa se libertar dessa pessoa infeliz e entender o que é motivação, sem confundir com ansiedade, expectativas e até lembranças. Essas coisas são ilusórias.
Motive-se, viva aqui e agora, aceite e seja feliz!
A prática do  Wei Wu Wei  (agir sem agir)  nos ensina a viver em contemplação e motivados no presente. Vivenciando o momento sem expectativas e com plenitude.Viver em harmonia com a natureza e com nossa essência sem imposições que nos afastem de nosso "ser".

"Dirige, observando o princípio de manter tranqüilidade! Cada ação deve ser viável e oportuna. O que não almeja estar à frente dos outros, pode evitar muitos erros.
Não há que derramar água em um vaso cheio. E não tem nenhum sentido afiar a lâmina de uma faca demasiadamente. Ou se a sala inteira está coberta com ouro e jaspe, quem poderá guardá-la? O excesso em tudo causa a desgraça. 
Quando o trabalho é terminado, o homem deve se afastar. Tais são as leis de harmonia, sugeridas pelo Tao. 
Para manter a tranqüilidade, terá que sentir a Unidade com Tudo. Então, não podem aparecer os desejos egocêntricos falsos". 
Trechos do Tao Te Ching - Lao Tse 
Seja Amor!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Como se Curar Praticando o Autoamor

As enfermidades do corpo e da mente incorporam, em grande parte, a falta de sintonia amorosa por si mesmo. O autoamor é um sentimento que une o nosso ser com o Todo.

“Amar ao próximo como a si mesmo”, é a máxima que o mestre Jesus nos trouxe como aprendizado e que resume o caminho do autoamor. Não há como amar ao próximo sem amar a si mesmo. Quem não sente amor por si, vive na energia do ego que julga, condena e culpa.


A vida fica muito vazia de significado quando não há amor em nosso olhar, em nossos pensamentos, em nossas atitudes. O convívio com o outro se torna frio e calculado.

O egoísmo como mestre de nossas vidas contamina pouco a pouco, o nosso ser. A sua energia é destrutiva porque separa o eu e o tu. A nossa visão se volta apenas a nós mesmos e perdemos a oportunidade de contemplar o mundo ao qual pertencemos. Seja o olhar para uma flor, seja o olhar para alguém que passa pela rua e que cruza nosso caminho. Nada é verdadeiramente contemplado com amorosidade.

Eu ouvi um comentário muito interessante, não me lembro de quem, falando sobre a insanidade humana egoísta que não sabe apreciar uma flor na natureza, sem tomá-la para si em um vaso.

Vemos no outro e no mundo tudo o que está em nós mesmos, em nosso inconsciente.

Não temos como sentir amor pelo outro sem antes sentirmos amor por nós mesmos. Não temos como nos libertar do ego se não nos conectarmos com nosso eu superior. Lembrando que o ego é uma pequena parte de nós, que foi construída como um rótulo. O eu superior é nosso conteúdo, que guarda a essência do amor incondicional.

O autoamor é um sentimento de completude conosco. Se sentimos medo, o nosso eu superior vem até nós de mansinho e nos abraça, trazendo confiança por nós mesmos e pela vida. Se sentimos raiva, o eu superior vem até nós e nos carrega no colo e nos leva para a Luz.

Quando caímos, nosso eu superior nos reergue e nos mostra como lapidar as pedras do caminho e torná-las instrumentos para nosso próprio benefício.

A completude interior acontece quando o ego é envolvido por seu oposto complementar, que se revela em nós e assim sentimos o autoamor. O ego convive com o eu superior e juntos nos aprimoram a evolução espiritual e o retorno ao self.

Você pode estar nesse momento se sentindo carente ou em depressão. Pode estar passando por um  momento difícil, uma doença, uma separação.

Como lidar com isso e se curar através do autoamor?

Sofremos muito porque nos punimos, sentimos culpa ou culpamos o outro. O desamor por nós é carregado de orgulho, medo e julgamento.

Orgulho porque não nos contentamos quando não fazemos tudo como achamos que deveríamos, não temos a humildade de assumirmos nossas falhas e aprendermos com os erros.

Medo porque somos orgulhosos e não admitimos errar. Tornamo-nos ansiosos por medo de nos frustrarmos e tentamos controlar todas as coisas, sem êxito.

Vítima ou culpado, qual papel lhe impede o autoamor?

A vítima sempre culpa o outro por suas mazelas enquanto o culpado pune a si mesmo.

Facetas do ego que não permite a presença do autoamor, sentimento representado pelo eu superior.

Procure perceber o que esse momento de desequilíbrio quer lhe ensinar. Todas as experiências que vivenciamos têm o objetivo de nos ensinar algo. Quando reconhecemos nosso erro e aprendemos com a lição, libertamo-nos do problema, seja qual for.

Vivenciamos a dualidade e toda doença e desequilíbrio têm seus opostos complementares, que são a saúde e o equilíbrio.

Saúde e equilíbrio são resultados de uma sintonia vibratória elevada, com  pensamentos, sentimentos e atitudes de autoamor.

Autoamor é sinônimo de humildade para aceitar a nós mesmos como somos, a vida e o outro como são, com a certeza de que tudo está em perfeita comunhão. Ter paciência e carinho consigo mesmo, sem disfarces, assumindo a dualidade que nos habita.

A caridade por si, a compreensão e o autoamor, são o caminho para a cura, porque possibilitarão  trazer à tona as causas até então desconhecidas desse estado de desarmonia.

Entre em contato com você mesmo. Procure um local tranquilo, coloque uma música suave, acenda um incenso e uma vela da cor que sua intuição pedir. Deixe no chão um recipiente com sal grosso e água. Ao seu lado coloque uma garrafa, ou jarra com água, fixando nela um papel com a palavra complementar ao que está sentindo. Por exemplo:

- Sente solidão? Escreva plenitude

- Sente tristeza? Escreva felicidade/alegria

- Sente medo? Escreva coragem

- Está doente? Escreva saúde

Medite por alguns minutos e permita que sua mente se acalme para que o eu superior se faça presente. Então, coloque em prática o autoamor e vibre para si o que escreveu naquele papel.

Não esqueça que a vibração do amor se faz no chacra Anahata o centro cardíaco, visualize a energia da luz rosa, pulsando o autoamor.


Peça para os benfeitores espirituais fluidificarem a água, agradeça  e depois pode tomá-la.



 Seja Amor!

Nadya Prem
 

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Como está a energia em seu Lar?




Seu lar pode estar doente. Assim como você, o local em que você mora, possui uma aura energética. Ela é proveniente do conjunto de elementos que o constituem.
Você, seus familiares, sua mobília e como ela está disposta. As condições gerais do imóvel, como pintura, vazamentos, elétrica, distribuição dos cômodos, iluminação, localização geográfica. Todos esses fatores resultam na saúde ou desequilibro do lar.


Algumas vezes,  você pode chegar em casa cansado e não conseguir dormir. Sentir que tem sua energia sugada. Com dores de cabeça, mal estar geral. Ficar irritado, angustiado, triste ou ansioso. Não se sentir bem em seu próprio lar.

Mediunidade


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

PORTAL "TRANSFORMAÇÃO OM SHAN"






Médiuns, buscadores, agentes de transformação.
Estamos cada vez mais unidos em prol da evolução dos espíritos que habitam o planeta Terra. Somos todos co-criadores e co-responsáveis pela transformação constante deste planeta. Nosso bem-estar, nossa saúde, nossa qualidade de vida dependem da consciência desperta para o Todo.
O Bodhisattva é um ser iluminado que continua entre a humanidade para distribuir sua compaixão a todos os que ainda sofrem.
Todos nós somos iluminados e apenas estamos envolvidos pelas nevoas da ilusão.
O Portal Transformação Om Shan quer lhe convidar a participar dos nossos encontros para sua transformação e a transformação do planeta como um todo.
Nos encontros estudaremos e praticaremos o ser multidimensional, 

Algumas práticas de todos os herdeiros legítimos dos budas.
  1. A prática de todos os bodhisattvas é estudar, refletir, e meditar,
    incansável, tanto de dia como de noite, sem nunca cair na ociosidade,
    Para se libertar a si e aos outros deste oceano do samsara, tendo ganho este supremo vaso corporal - uma vida humana favorável e livre, que é tão difícil de encontrar.
  2. A prática de todos os bodhisattvas é deixar para trás de si a sua terra natal,
    Onde o apego à família e amigos nos subjuga como uma enxurrada
    Enquanto a aversão aos nossos inimigos nos rói interiormente como um fogo escarlate,
    E a escuridão ilusória eclipsa ou seja torna incompreensível, a linha de conduta que devemos seguir e o que deixar para trás.
  3. A prática de todos os bodhisattvas é ir regularmente para lugares solitários,
    evitando o que não é saudável, para que as emoções destrutivas gradualmente desaparecem,
    e, na ausência de distrações, a prática virtuosa naturalmente se fortalece avançando rapidamente, com a consciência atenta e focalizada, adquirimos convicção nos ensinamentos.
  4. A prática de todos os bodhisattvas é renunciar a todas as preocupações da vida,
    Durante muito tempo fizemos amizades e relacionamentos com familiares, e
    Agora todos nós temos que seguir caminhos separados;
    Riquezas e bens tão penosamente adquiridos, devem ser deixados para trás;
    E a consciência, a convidada que mora no nosso corpo, também um dia deve partir.
  5. A prática de todos os bodhisattvas é evitar amigos destrutivos,
    Na companhia dos quais os três venenos da mente ficam mais fortes,
    E por causa deles cada vez estudamos, refletimos e meditamos menos,
    E tanto o amor como a compaixão esmorecem, até se extinguirem.
  6. A prática de todos os bodhisattvas é estimar os amigos espirituais.
    Pensando neles como ainda mais preciosos que o próprio corpo,
    Pois são eles que nos ajudam a nos livrar de todos os nossos defeitos,
    E que fazem com que as nossas virtudes cresçam ainda mais, tal como a lua crescente.
  7. A prática de todos os bodhisattvas é tomar refugio nas Três Jóias,
    Pois elas nunca deixam sem resposta, os protegidos que os apelam,
    Os deuses comuns do mundo não podem ajudar ninguém
    enquanto eles próprios estiveram na armadilha do ciclo vicioso do samsara, não é assim?
  8. A prática de todos os bodhisattvas é nunca cometer um ato prejudicial,
    mesmo que isso ponha a sua própria vida em risco,
    pois o próprio Sábio ensinou que as ações negativas
    quando chega a hora, nos levam ás múltiplas misérias dos mundos inferiores, tão difíceis de suportar.
  9. A prática de todos os bodhisattvas é lutar para atingir o seu objetivo,
    que é o estado supremo imutável, a libertação eterna,
    pois a felicidade dos três reinos só dura um momento,
    e logo se vai embora, tal como gotas de orvalho em colinas de ervas.
  10. A prática de todos os bodhisattvas é desenvolver o bodhicitta,
    assim como proporcionar a liberdade a todas os infinitos seres sensíveis,
    como seria possível encontrar a verdadeira felicidade enquanto,
    as nossas mães que cuidaram de nós através dos tempo, carregam uma dor?
  11. A prática de todos os bodhisattvas é fazer uma troca genuína
    da felicidade pessoal e bem estar, por todos os sofrimentos dos outros.
    Toda a miséria vem da procura da felicidade pessoal só para si,
    Enquanto o estado de buda perfeito nasce do desejo do bem dos outros.     
   Retirado do texto: As 37 Práticas de Todos os Bodhisatvvas de  Ngulchu Tokme Zangpo (1295 - 1369) Mestre celebre da tradição Kadampa, discípulo do grande Buton Rimpoché. Estudou no Mosteiro do Sakya. Transbordava de amor e compaixão para com todos os seres, era humilde e paciente, e quando dava ensinamentos sobre o Bodhicitta, o sofrimento dos seres estava tão presente no seu espirito que as lágrimas lhe rolavam pelos olhos. Acompanhava-o sempre um lobo, que o seguia como um cão fiel e que era vegetariano.


PARA PARTICIPAR DOS ENCONTROS  DO PORTAL  INSCREVA-SE POR E-MAIL
nadyaprado@uol.com.br

domingo, 31 de agosto de 2014

Conexão Homem-Espírito

Somos espíritos atuando na matéria densa, porém não podemos deixar de lembrar que, somos também um corpo físico e que o ser multidimensional não deve menosprezar nenhum de seus corpos.
Podemos nos comparar com as árvores. Nosso corpo é o tronco por onde a seiva circula. Formada nas raízes, através da absorção de elementos do solo, a seiva leva a vida para os caules e folhas.
A copa é nossa conexão com a espiritualidade, mas não há copa saudável se não houver raízes.
É um conjunto que trabalha unido. A espiritualização do homem deve acompanhar sua vida diária em comunhão com a Natureza. Sua essência é espiritual e terrena.
A espiritualidade e mediunidade equilibradas só são possíveis ao homem enraizado. Médiuns desarmonizados com sua natureza terrena não têm como exercer a mediunidade saudável.
O médium que não está aterrado ao planeta, falta com a base que lhe possibilita a conexão com os espíritos sem o acometimento de consequências danosas.
No contato com o plano espiritual, o médium, sem raízes, não consegue descarregar as energias acumuladas em suas incorporações com espíritos sofredores. Esse é o caso de muitos médiuns de incorporação no trabalho de desobsessão. Esperar que o plano espiritual fizesse tudo por nós, retrata imaturidade mediúnica.
Médiuns que trabalham com a cura pelos passes também devem estar aterrados, para que possam exercer seu papel. A energia dominante entre duas pessoas sempre predominará segundo a força que carregam. O médium, muitas vezes, na intenção de ajudar acaba por se prejudicar, porque enfraquecido energeticamente, é dominado pela força contrária do doente.

Assim também ocorre aos médiuns céticos de sua condição de interação energética com as dimensões sutis. Da mesma forma, perdem-se no egoísmo da vida material.
O Taoismo, filosofia oriental em que se baseia a Acupuntura, tem como fundamento o respeito pelos movimentos da Natureza, conduzidos pela sabedoria que ela nos traz e o respeito que a ela devemos.
A energia vital, conhecida no oriente como prana ou ch’i é responsável por nos manter vivos, alimentando nosso corpo etérico.  Ela é absorida pelo corpo físico  através da alimentação, respiração, contato com a natureza, práticas físicas como ch’i kung e yoga.
O homem vem se afastando de sua essência natural. Temos um corpo que é um microcosmo pulsante e está sob nosso comando. O que comemos, o que e como respiramos, o que pensamos e sentimos se refletem em nossa saúde como um todo.
Esquecemos-nos da importância de estarmos conectados a Natureza e por consequência perdemos nossa interação com o  planeta, nossa mãe Gaia. A astrologia nos mostra a nossa interdependência aos astros. Nosso pequeno mundo interior é tal qual o mundo exterior. Se quisermos conhecer o universo, olhemos para nós mesmos.
O planeta Terra  nos proporciona a vida . Captamos a energia telúrica, conhecida no oriente por kundalini. O médium enraizado suga as forças telúricas que sustentam sua saúde e proporcionam flores e frutos à sua copa.
Aterrados ao planeta descarregamos e trocamos energia com suas profundezas. As energias deletérias acumuladas são descarregadas, tanto nas águas salgadas de Yemanjá, quanto na terra de Obaluae , ou nas matas de Oxossi. O elemento terra é a força da transformação.
Muitos médiuns buscam no trabalho mediúnico uma fuga da realidade que a vida material lhes oferece e a qual não se ajustam. Muitos consulentes vão às casas religiosas para adquirirem fórmulas mágicas para a solução de suas dores ou para prever o futuro.
Fugir da realidade física , buscando a espiritualidade como esconderijo, é uma estratégia que não proporciona bons resultados e agrava a situação.
A vida diária representa a prática para a evolução espiritual e transformação interior. Ela nos fortalece para a espiritualidade.
O médium desenvolvido e amadurecido sabe a responsabilidade que tem diante dos cuidados com o seu corpo e sua rotina diária, que incluem os pensamentos, sentimentos e atitudes que o acompanham.
 Os transtornos psicológicos estão presentes em grande parte dos médiuns devido à falta de integração entre o corpo e o espírito.
Alguns religiosos deixam-se levar pelo entusiasmo mediúnico e pelo dogmatismo que impõe e faz prevalecer a crença da culpa e do castigo. Entre os céticos materialistas, a visão estreita sobre os cinco sentidos e a cultura do ego, dilaceram o corpo e o espírito que passam a ser manipulados por medicamentos alopáticos e agravamento das patologias físicas e psicológicas sem o devido tratamento integral.
A integração entre a vida material e espiritual trará a plenitude que almejamos, na medida que une os opostos aos quais estamos conectados.
A árvore saudável aceita sua condição e se sustenta na sabedoria que há na Natureza. Recebe o alimento que cai do céu e que sobe pela terra e devolve o que recebe com gratidão. Serve de alimento a todos os seres com quem compartilha através de seus frutos.
O homem-espírito está doente porque não respeita sua condição. Quer se separar do céu e da terra. Sem raízes e sem copa, o ego domina seu ser.
Se está se sentindo assim , sem conexão, enraize-se! Torne-se uma árvore!

Salve!


Práticas para o Homem-Espírito com Nadya Prem 
Agende Orientação Bioenergética- Psicoespiritual aqui:  Nadya Prem


sábado, 23 de agosto de 2014

Rigidez do Espírito, Inflexibilidade do Corpo


Você é uma pessoa muito rígida e controladora? Se sua resposta é sim, poderá sofrer, ou já foi acometida por problemas articulares.

O que nos torna flexíveis?

Os movimentos de nosso corpo são proporcionados pelas articulações.

O Sistema Articular é formado por um conjunto de articulações,  que são pontos de contato entre dois ou mais ossos. A mobilidade, porém, causa um atrito, que é amenizado pelo Sistema Articular com a existência das bolsas sinoviais, que agem como amortecedores entre os ossos e os tecidos à sua volta.

Os taoistas consideram as articulações como portais ou centros de energia ch’i, nos quais ela é gerada e armazenada. A estagnação dessa energia produz a rigidez. Os tendões também fazem parte desse processo e na MTC – Medicina Tradicional Chinesa o fígado é responsável pelo fluxo energético saudável das articulações e dos tendões em geral.

Enquanto que para a medicina convencional, as doenças articulares são consequência do sistema autoimune, de causas desconhecidas ou de sobrecargas, a medicina chinesa atribui, na grande maioria dos casos, as afecções articulares a fatores climáticos. Algumas pessoas sentem dores nas articulações somente quando há mudança do clima.

Segundo a ciência psicossomática, as dores e problemas nas articulações são frutos de rigidez de pensamento. Mente crítica demais, reclama de tudo, está sempre infeliz. Há um bloqueio de manifestações, de choro ou raiva, por exemplo, e da negação de lidar com assuntos antigos, mas que causam muito incômodo.

Eu Sou Feliz?



Você nasceu e recebeu um nome e provavelmente foi acolhido em um lar.

Olhou para o mundo e tudo era um, você e o mundo eram um. Seu lar, seu quarto, sua cama. Sua mãe, seu pai e todos os outros, não eram outros, eram todos um.

Mas, aos poucos você foi percebendo a si mesmo através do mundo. O eu começou a se manifestar. Eu quero, eu tenho, eu gosto. As pessoas lhe diziam quem era você.

Você olhava-se no espelho e se comparava com o outro. Assim você foi formando sua autoimagem.

Viu no mundo o que era considerado bonito ou feio, padrões de beleza.  Foi interiorizando as verdades que lhe ensinaram. Aprendeu a se comportar diante do outro, aprendeu o que dizer, quando sorrir, quando calar. O que era certo, o que era errado, o que é ser bom e que é ser mau.

Você procurou entender as lições diárias que recebia, mas guardou muitas dúvidas e escondeu tudo aquilo que não poderia pensar, sentir, dizer...

Você se tornou alguém pela metade, escolhendo entre o certo e o errado, que assumiu como verdade e deixou de lado sua alma íntegra.

Mas quem você se tornou?

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Dúvidas - Ego X Observador



Em quais ocasiões de sua vida você realmente teve certeza de qual era a melhor escolha a ser feita?
Quantas vezes você titubeou antes de escolher e, depois de ter escolhido, arrependeu-se ou foi tomado pela angústia e insegurança?
No momento de decidir sobre algo importante e que poderá alterar o rumo de nossas vidas, a dúvida pode nos trazer a reflexão necessária para escolhermos com maior assertividade.

Mas, em que nos basearmos nesse instante de questionamento? Em quais parâmetros nos guiarmos para escolher o melhor caminho? O que considerar, em quais valores nos apoiarmos como indicadores?
Entre algumas escolhas mais difíceis estão as que se referem aos relacionamentos amorosos e profissão. Uma crise na relação conjugal pode nos colocar em grande dúvida. Pensar e repensar se vale a pena continuar a relação, se estamos nos desgastando à toa, se ainda queremos estar ao lado desse alguém. Uma escolha profissional também pode ser bastante difícil e gerar dúvidas.

Mudança de moradia, de cidade, a compra de um carro novo e até escolhas simples, como uma roupa para usar, podem também provocar dúvidas e um grande conflito interior.

Quais as causas de tamanha insegurança e de tantas dúvidas em nossas vidas?
Nem sempre sabemos o que realmente queremos. Normalmente valorizamos o que não temos, porque fantasiamos e criamos expectativas, que muitas vezes se tornam uma realidade frustrante quando conquistamos. Então, criamos novos desejos e o ciclo recomeça. Nunca há a realização plena porque escolhemos a partir do ego.
Em regra, movidos pelo medo e pela necessidade de controle da vida e de todas as situações, lutamos por ter o domínio sobre o outro e os acontecimentos.  
Temos que aceitar a vida como se mostra e as pessoas como são, sem a ilusão de que poderemos mudá-los, cientes que os problemas não surgem no outro ou nos acontecimentos, mas em como reagimos a eles, como nos sentimos nessa interação com o próximo e com o mundo.
Guiados pela autoimagem como se fosse nosso verdadeiro eu, ficamos desconectados de nosso ser. O ego é apenas um aglomerado de rótulos que adquirimos sobre nós mesmos e que tentamos sustentar como nossa identidade, mesmo que isso nos cause imenso sofrimento.
Quando eu era mais jovem, o domínio que o ego exercia sobre mim, muitas vezes me fez de tola.

Sabe, quando você veste uma roupa que lhe incomoda, um sapato que lhe aperta, mas, mesmo assim continua usando, para manter a sua imagem perante o outro?
Você vai para uma festa e tem que estar vestido de acordo com a comemoração. Uma grande encenação, um teatro com coreografia, cenografia e fantasias...
Viver no  ego é assim! Uma novela mexicana ou uma comédia romântica.

As dúvidas em excesso e a dificuldade em escolher podem indicar que nos conhecemos muito pouco. Não sabemos quem somos, o que estamos fazendo aqui. Por isso, nossa vida pode se tornar uma bagunça, cheia de conflitos. Ela refletirá nossa confusão interior.

Como decidir sem se arrepender? Como saber se escolheu o que era melhor?
A responsabilidade por nossa vida e escolhas é nossa e de mais ninguém. Nunca parta do principio de que a escolha se fundamenta no outro. Não somos vítimas, nem o outro é culpado por nossos sentimentos e nossas dúvidas.
O nosso mundo interior nos pertence e precisamos estar no domínio.
Então, ninguém poderá escolher por nós. Isso acontece muito em terapia quando o cliente acredita que o terapeuta lhe mostrará qual o caminho a percorrer e lhe dirá o que fazer e quais as melhores escolhas. Alguns buscadores  esperam que os guias espirituais lhes respondam com quem devem se relacionar, qual trabalho devem seguir. Querem previsões de seu futuro, confissões sobre fidelidade do cônjuge, cura instantânea e por aí vai...

Nenhum terapeuta sério e muito menos um benfeitor espiritual de elevada condição evolutiva cometerão tais enganos.
Expor seus questionamentos e dúvidas para alguém é muito saudável e pode ajudar bastante, desde que não caia em mãos de "conselheiros do ego", os "amigos da onça".
Faz-se necessário entender o Livre-Arbítrio. Estamos vivendo segundo nossas crenças, nossos gostos, nossas tendências e de acordo com uma programação espiritual que nos conduz. Precisamos crescer e resgatar dívidas do passado. Somos chamados a trabalhar nossa reforma íntima e, somente pela prática diária da vida e das escolhas, poderemos aprender.

Precisamos nos conhecer para sabermos o que é melhor para nós. Conhece-te a ti mesmo e sua vida se transformará.
Temos varias vozes dentro de nós que nos falam o tempo todo e nos confundem em sentimentos conflitantes.

Qual voz ouvir?

Aprender a acalmar a mente é a primeira condição essencial, que nos proporcionará a paz necessária para irmos à profundidade de nosso ser, para escutar os nossos sentimentos profundos, escutar a nossa alma.

Parar de racionalizar, medir, comparar e querer controlar. Deixar de lado as imposições do ego. Essa identidade falsa  que não nos ajudará na escolha, porque suas escolhas se baseiam apenas em suas reações emocionais e sua visão distorcida. O ego não reflete o que realmente somos e queremos.

Todo conflito interior e toda dúvida são o resultado do quero, mas não quero.

O ego quer, mas o eu verdadeiro não quer, ou vice-versa. Então quem vencerá essa disputa?
Se o ego vencer você sairá perdedor. Haverá frustração e sofrimento com uma sensação de autossabotagem
O ego pouco se importa com o sua essência e impede que se vivencie o Dharma. Segundo as filosofias orientais, o Dharma representa a verdade, a ordem natural de todo o Universo, como se o rio fosse o Universo e seu fluxo fosse o Dharma.

Portanto, para aprender a escolher, basta se entregar à vida e ao fluxo natural que nos leva pelo caminho correto.
Praticar o eu observador, que não julga, não deseja, não anseia. Apenas vivencia confiante o presente,   contemplando o aqui e o agora em silêncio.

Através da prática da meditação toda verdade será mostrada e o que era dúvida se tornará certeza.
Não há bom ou mal caminho, boas ou más escolhas, há apenas o caminho que agrega  os dois opostos, unidos no Tao.

Liberte-se de todo o conflito da dualidade e ouça o seu coração. A essência se manifesta no chacra Anahata, no centro de nosso ser, entre o céu e a terra, o alto e o baixo. Visualize a energia da luz rosa em seu centro Anahata e deixe que ele vibre a luz que iluminará a sua vida.

Namastê!