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SÍNDROME DO PÂNICO - tratamento e cura

Terapia do Autoamor

    

“Amar ao próximo como a si mesmo”, é a máxima que o mestre Jesus nos trouxe como aprendizado e que resume o caminho do autoamor. Não há como amar ao próximo sem amar a si mesmo. Quem não sente amor por si, vive na energia do ego que julga, condena e culpa.



As enfermidades do corpo e da mente incorporam, em grande parte, a falta de sintonia amorosa por si mesmo. O autoamor é um sentimento que une o nosso ser com o Todo.

A vida fica muito vazia de significado quando não há amor em nosso olhar, em nossos pensamentos, em nossas atitudes. O convívio com o outro se torna frio e calculado.

O egoísmo como mestre de nossas vidas contamina pouco a pouco, o nosso ser. A sua energia é destrutiva porque separa o eu e o tu. A nossa visão se volta apenas a nós mesmos e perdemos a oportunidade de contemplar o mundo ao qual pertencemos. Seja o olhar para uma flor, seja o olhar para alguém que passa pela rua e que cruza nosso caminho. Nada é verdadeiramente contemplado com amorosidade.

Eu ouvi um comentário muito interessante, não me lembro de quem, falando sobre a insanidade humana egoísta que não sabe apreciar uma flor na natureza, sem tomá-la para si em um vaso.

Vemos no outro e no mundo tudo o que está em nós mesmos, em nosso inconsciente.

Não temos como sentir amor pelo outro sem antes sentirmos amor por nós mesmos. Não temos como nos libertar do ego se não nos conectarmos com nosso eu superior. Lembrando que o ego é uma pequena parte de nós, que foi construída como um rótulo. O eu superior é nosso conteúdo, que guarda a essência do amor incondicional.

O autoamor é um sentimento de completude conosco. Se sentimos medo, o nosso eu superior vem até nós de mansinho e nos abraça, trazendo confiança por nós mesmos e pela vida. Se sentimos raiva, o eu superior vem até nós e nos carrega no colo e nos leva para a Luz.

Quando caímos, nosso eu superior nos reergue e nos mostra como lapidar as pedras do caminho e torná-las instrumentos para nosso próprio benefício.

A completude interior acontece quando o ego é envolvido por seu oposto complementar, que se revela em nós e assim sentimos o autoamor. O ego convive com o eu superior e juntos nos aprimoram a evolução espiritual e o retorno ao self.

Você pode estar nesse momento se sentindo carente ou em depressão. Pode estar passando por um  momento difícil, uma doença, uma separação.

Como lidar com isso e se curar através do autoamor?

Sofremos muito porque nos punimos, sentimos culpa ou culpamos o outro. O desamor por nós é carregado de orgulho, medo e julgamento.

Orgulho porque não nos contentamos quando não fazemos tudo como achamos que deveríamos, não temos a humildade de assumirmos nossas falhas e aprendermos com os erros.

Medo porque somos orgulhosos e não admitimos errar. Tornamo-nos ansiosos por medo de nos frustrarmos e tentamos controlar todas as coisas, sem êxito.

Vítima ou culpado, qual papel lhe impede o autoamor?

A vítima sempre culpa o outro por suas mazelas enquanto o culpado pune a si mesmo.

Facetas do ego que não permite a presença do autoamor, sentimento representado pelo eu superior.

Procure perceber o que esse momento de desequilíbrio quer lhe ensinar. Todas as experiências que vivenciamos têm o objetivo de nos ensinar algo. Quando reconhecemos nosso erro e aprendemos com a lição, libertamo-nos do problema, seja qual for.

Vivenciamos a dualidade e toda doença e desequilíbrio têm seus opostos complementares, que são a saúde e o equilíbrio.

Saúde e equilíbrio são resultados de uma sintonia vibratória elevada, com  pensamentos, sentimentos e atitudes de autoamor.

Autoamor é sinônimo de humildade para aceitar a nós mesmos como somos, a vida e o outro como são, com a certeza de que tudo está em perfeita comunhão. Ter paciência e carinho consigo mesmo, sem disfarces, assumindo a dualidade que nos habita.

A caridade por si, a compreensão e o autoamor, são o caminho para a cura, porque possibilitarão  trazer à tona as causas até então desconhecidas desse estado de desarmonia.

Entre em contato com você mesmo. Procure um local tranquilo, coloque uma música suave, acenda um incenso e uma vela da cor que sua intuição pedir. Deixe no chão um recipiente com sal grosso e água. Ao seu lado coloque uma garrafa, ou jarra com água, fixando nela um papel com a palavra complementar ao que está sentindo. Por exemplo:

- Sente solidão? Escreva plenitude

- Sente tristeza? Escreva felicidade/alegria

- Sente medo? Escreva coragem

- Está doente? Escreva saúde

Medite por alguns minutos e permita que sua mente se acalme para que o eu superior se faça presente. Então, coloque em prática o autoamor e vibre para si o que escreveu naquele papel.

Não esqueça que a vibração do amor se faz no chacra Anahata o centro cardíaco, visualize a energia da luz rosa, pulsando o autoamor.


Peça para os benfeitores espirituais fluidificarem a água, agradeça  e depois pode tomá-la.

Seja Amor!


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Nadya Prem

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