TREINANDO SEU SEXTO SENTIDO



Quando nascemos nossos pais nos ensinaram a falar, andar e usar adequadamente os cinco sentidos. Sentindo distinguindo o perfume das flores e os odores desagradáveis, identificando paisagens e pessoas. Crescemos, fomos à escola e aprendemos a escrever, a fazer contas e uma série de outras habilidades por meio dos nossos sentidos. Na profissão que escolhemos nos tornamos competentes e utilizamos dos sentidos de formas variadas  Mas, e nosso sexto sentido?

Ninguém nos ensinou a usá-los. Não há escola, até então, que tenha em sua grade curricular, uma matéria que desenvolva o nosso sexto sentido. Dom natural que trazemos  como espíritos em nossa multidimensionalidade.

Nosso espírito está se manifestando na matéria física e para tanto ele se reveste de vários corpos energéticos que o permitem transitar por aqui. Cada um desses corpos sutis interage com a vida terrena.
O sexto sentido ou mediunidade é a interação entre os mundos terreno e sutis.

Quando encarnamos somos agraciados pelo véu do esquecimento de nossas vidas passadas e de nossa condição como espíritos. Estamos galgando os primeiros degraus da evolução e o nosso planeta tem uma aura muito densa, que reflete a nossa condição evolutiva, ainda precária. Somos muito apegados aos valores materiais e as sensações vulgares. Pouco conhecemos sobre nossa essência espiritual.

O sexto sentido será  considerado com naturalidade à medida que o seres humanos evoluam, despertando sua consciência.Temos a cada dia mais espíritos renascendo com o sexto sentido desenvolvido e com o compromisso de auxiliar a humanidade a despertar para sua essência espiritual.

O medo ainda impera entre os homens. Conhecer sua natureza espiritual é um trabalho que exige coragem, imbuída do amor que transforma os corações. Somos chamados ao trabalho em prol da evolução terrena. Para tanto o sexto sentido é imprescindível.

Quantos espíritos trouxeram ao mundo terreno o conhecimento que acelerou seu progresso. Infelizmente, quase  sempre, mal utilizado pelo instinto egoísta e ambicioso.
Esses homens de coragem continuam a renascer para ajudar o desenvolvimento humano. Nesse grupo estão os médiuns de toda espécie. 

Einstein, espírito mais evoluído, veio a Terra, encarnado com esse propósito. Ele tinha um grande resgate adquirido em outro planeta mais evoluído que este. De onde veio tanto conhecimento? Como explicar sua sapiência?
Em seu espírito imortal estavam gravadas suas memórias que pelo acesso mediúnico trouxe à tona em sua vida .

A mediunidade ou sexto sentido, como queiram, é um atributo natural que em alguns está mais desenvolvido que em outros. Sabemos que a causa desse estado mediúnico pode tanto ser alavancada pelo altruísmo e a dedicação ao amor incondicional quanto por reajustes do espírito em délito com o Criador e as criaturas.

Seja pelo amor ou pela dor, o destino do ser é a evolução e a conexão direta com o Divino.


Mensagem de Elucidação dos Guias Espirituais 



Queridos irmãos,

É com um doce sentimento de brandura que venho me comunicar com vocês.

Fui abençoada pela oportunidade de trazer um pouco de luz, não minha, mas de nosso eterno Criador.

Ele nos permitiu estar aqui para auxiliá-los no empenho de transformação interior.

Cada um de vocês precisa aprender a praticar seu sexto sentido ou mediunidade.

Cada um de vocês possui o potencial para manifestar o Divino que os habita.

Essa manifestação se faz presente por meio da mediunidade.

O corpo físico é apenas um veículo para se movimentarem no mundo denso. Ele possui vida enquanto for morada temporária do espírito.

Estar em conexão com a Luz tem como premissa a sutilidade que somente o espírito pode alcançar. O corpo humano , por si só, não pode navegar nas águas profundas do Todo.

Jungidos pelo peso da esfera terrena, os espíritos permeiam pelas dimensões sutis como mortos-vivos. Sem nenhuma consciência de sua condição, ficam a mercê das energias destoantes que a região umbralina emana em todas as direções.

Envolvidos pelo orgulho e ilusão da intelectualidade esquecem seu verdadeiro destino e paragem

Acordem filhos, despertem desse sono agitado!

O pesadelo que vivenciam da dor e do sofrimento é apenas criação humana.

Estamos unidos para trazer ao planeta elucidação e consciência.

Se você já começou a iluminar o seu caminho pela reforma intima poderá usufruir desse portal de conhecimento e renovação.

Desprenda-se dos preconceitos, julgamentos, dogmatismos e crenças.

Liberte-se do homem velho!

Viaje nas ondas crescentes da expansão da consciência.

Não há mais como retornar ao antigo estado de prostração, urge a mudança, sejamos breves e eternos.

Breves em empenho evolutivo e eternos em amor compassivo.





RAYANNA Além das Fronteiras

Enviados de Deus

Canalizado por Nadya Prem


Para entrar em contato com seu sexto sentido:



Vamos neste artigo trazer uma prática para treinar a sua terceira visão.



·        Uma vez por semana, sempre no mesmo dia e horário, escolha um canto acolhedor de sua casa ou de um parque e se sente             confortavelmente.

·        Silencie, feche os olhos e entre em contato com ser corpo.

·        Perceba sua respiração, seus pensamentos, seus sentimentos.

·        Deixe fluir o que vier e tome consciência de seu estado emocional.

·        Após alguns minutos de contato com o seu ser, abra os olhos e comece  a focar  o seu olhar em um objeto específico, seja numa  árvore ou uma vela acesa.


·        Toda vez que dispersar com pensamentos e outras distrações, volte a focar o objeto escolhido.

·        Após alguns minutos, feche os olhos e deixe que seu terceiro olho dê continuidade para a prática, percebendo que a imagem focada     continuará presente em seu cérebro e desta vez apenas ativada pelo sexto sentido visual do chacra frontal , entre as sobrancelhas.

·        Pode ser que esse objeto focado vá desaparecendo aos poucos e outra imagem surja.

·        Deixe que seu terceiro olho visualize livremente...

 

Para agendar orientação com Nadya Prem envie e-mail para nadyaprado@uol.com.br

Quem você leva para sua cama?



Ao deitar para dormir trazemos em companhia o que vivenciamos. Pessoas, lugares, sentimentos e pensamentos, o que dissemos e como reagimos a cada momento do dia.
Incorporamos coisas boas ou não tão boas, que vão para a cama conosco e se tornam nossos sonhos ou pesadelos, que tiram o sono e atormentam como fantasmas, ou que acalentam e acalmam.
Na hora de dormir, a nossa verdadeira condição espiritual se revela, seja agradável ou não. Prevalece o silêncio externo e acordam as imagens, vozes, ruídos internos.  Sutis, porém tão vivos quanto a realidade material.

Morte e Luto - Om Nama Shivaya


O luto é um momento na vida da gente em que passamos pela perda. Não apenas quando perdemos uma pessoa querida que desencarna, mas todas as perdas significativas.

Elisabeth Kubler Ross em sua experiência com pacientes terminais identificou 5 fases do luto, as quais vivenciamos na perda:

  1. Negação
  2. Raiva
  3. Barganha
  4. Depressão
  5. Aceitação


Muito interessante notar quantas vezes já passamos por algumas dessas fases e o quanto podemos aprender sobre cada uma delas nesta perspectiva sobre o luto.

Vivemos sempre na expectativa e ela é a causa de nossas frustrações. Nem sempre as coisas são como desejamos e lidar com a impermanência da vida material é bem difícil, principalmente com a morte.

É tão óbvio o quanto negamos a morte na vida diária! Tentando driblar, buscando mecanismos de defesa e proteção. Para uma falsa sensação de segurança. A autopreservação e sobrevivência nos encaminha neste sentido. Porém, podemos olhar para a morte além da mente egoísta e de suas reações animalizadas.

A raiva significa a defesa insana contra algo que nos tira a segurança, a estabilidade, o conforto. Uma zona de perigo que nos faz reagir atacando. O medo do imprevisível e a dor provocam a raiva.

A barganha é a ilusão de que podemos negociar a morte, tratando de fazer promessas, buscando a religião e outras medidas desesperadas. Não apenas com a morte, mas com tudo o que não queremos perder, de alguma forma, procuramos uma saída da situação que nos causa tanto sofrimento.

A depressão é o sentimento que nos coloca em introspecção para assimilar a perda e que deve nos levar finalmente a razão e a aceitação.

Quando estacionamos em uma das fases anteriores a aceitação, não finalizamos o processo do luto, que deve ser compreendido como um ciclo necessário e natural. Vivenciar o luto é um mal necessário, um ritual de amadurecimento e entendimento.

Se você perceber que estagnou em uma das fases e ainda não chegou à aceitação, é hora de deixar ir, desapegar, entregar.
Confie na Natureza e em seus ciclos que ensinam que nada morre, tudo se transforma.



Shiva o Deus hindu, o grande transformador, representa a morte e o renascimento. Ele é responsável por nos ensinar o desapego, a morte do ego e das ilusões que nos prende ao sofrimento.

                                                              OM NAMAH SHIVAYA



O mantra de saudação a Shiva nos conecta ao amor divino e incondicional, ajudando a libertação do ego e a aceitação.




Namastê!




Impondo limites energéticos nos relacionamentos



Como médium ostensiva, sou muito suscetível a sentir as emoções e pensamentos que me circundam e que não me pertencem. A cada atendimento que faço, preciso estar atenta para não confundir minha energia com a do cliente. Perceber como estou, entrar em contato com meu ser, antes de cada sessão. Preparar-me energeticamente e modular meu sexto sentido, para poder interagir com o campo de energia do cliente, sem me perder... Deixar-me um pouco, expandir minha consciência e ir além dos limites sem, no entanto, permitir ser invadida. No final do processo terapêutico, faço o caminho de volta e desconecto do que não é meu.

BRUXARIA OU MEDIUNIDADE?


Bruxaria ou Mediunidade?

Mediunidade é apenas um termo para expressar a capacidade que  possuímos de intermediar com a dimensão espiritual. Enganam-se aqueles que a confundem  com "religião". Alguns mais, outros menos, estamos conectados 24 horas por dia com as dimensões sutis. Por isto, compreenda que a relação mediúnica está presente em tudo o que realizamos. Em seu trabalho, seja você um executivo ou um advogado, artista ou terapeuta, estará sempre recebendo as influências benéficas ou maléficas do mundo sutil, conforme sua sintonia.


Bruxas e Magos na luta do bem contra o mal




Não importa o nome que se dê e sim o conteúdo. Bruxas, magos ou feiticeiros, o significado está no inconsciente coletivo e no arquétipo que representam. São denominações diferentes para designar aqueles que conhecem os segredos da alquimia, os princípios que regem a vida terrena e sutil e sabem como usar e manipular energia vital, seja para o bem ou para o mal. 


Por que a sensação de não pertencer a este mundo?


O sofrimento causado pela sensação de “’não pertencimento” é grande e doloroso e se você passa por esta situação, sabe bem como é difícil viver num mundo em que se sente isolado ou diferente como um alienígena.

Você conhece o transtorno espiritual do “Não Pertencimento”?

Os transtornos espirituais são as neuroses e psicoses, psicopatologias, deficiências e enfermidades do corpo e da alma, que o espírito trata no hospital terreno. Vejamos a jornada no plano terreno como uma oportunidade de cura para o espírito.

A sensação de não pertencimento, ao contrário do que alguns têm pregado, significa a falta de adequação aos relacionamentos e ao ambiente e não uma exclusividade de alguns espíritos mais “evoluídos” ou diferentes.

É sempre bom ter cuidado com explicações e caminhos fáceis para o comportamento humano, que muitas vezes, prejudicam mais que ajudam, porque nos fazem usa-los como justificativas para nossas atitudes, como uma bengala em que apoiamos para não ter que lidar com as dificuldades que trazemos em nosso espírito.

Evitar a porta larga, como Jesus nos alerta em sua parábola, sempre é o melhor caminho para não cair nas tentações do ego.
"Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem" ( Mt 7:13 -14).

Todo ser humano tem a necessidade intrínseca de se relacionar e pertencer a um grupo. Quando não acontece, ele busca um modo de amenizar seu sofrimento interno. Algumas vezes se familiarizando com ideias e explicações que perigosamente trazem um consolo ao ego, sobre o seu estado emocional e mental. Neste sentido, quero citar aqueles que adotam o enredo que a falta de adequação de uma pessoa é fruto de suas grandes qualidades, em se comparando com a humanidade e que ela provavelmente é de origem extraterrena de civilizações mais adiantadas e por aí afora.

Somos criaturas em aprendizado e pouco evoluídas e precisamos ser mais humildes neste contexto, para que a ilusão não se torne maior do que já é. Um extraterrestre ou qualquer espírito mais evoluído que a grande massa humana, jamais se sente isolado, nesta sensação de não pertencimento, porque ele não vive na dimensão do ego.

O ser mais evoluído tem em sua manifestação a base do amor incondicional e da compaixão que o leva ao entendimento do outro como parte de si mesmo, como irmãos pertencentes a mesma Grande Família Universal e a Deus como o Todo.
A sensação de não pertencimento é um problema e não uma solução. Quando mais o espírito se isola, mais se perde de sua essência e de sua consciência.

As questões relacionadas ao transtorno espiritual de “não pertencimento” devem ser analisadas a partir da gestação e infância e também pelo olhar atento as vidas passadas. Um espírito quando se sente isolado do mundo, das pessoas, da família, está envolvido nas malhas do ego e da falta de percepção, num estado de alienação.

Já ouvi relatos de clientes sobre a sensação de estranheza e o questionamento, desde a infância, sobre o porquê de estarem aqui, neste planeta.  Alguns sentem um grande mal-estar energético, percebem a densa camada de energia deletéria que envolve o planeta e ainda a sensação de saudade de algum outro lugar.

A causa pode ter suas raízes na falta de acolhimento dos pais, o sentimento de abandono e autoestima baixa. Na terapia tratamos a criança interior, dando-lhe proteção, para que ela refaça seu crescimento, desenvolvendo sua autoestima e seu potencial amoroso, que a retira do isolamento.

Também devemos tratar a esfera espiritual, porque estes casos nos remetem as vidas passadas, em que há uma forte identificação e apego do espírito a elas e uma rebeldia interior de não aceitação desta vida atual.

Entrar pela “porta estreita” como nos recomenda o mestre Jesus significa aprender, crescer e evoluir espiritualmente pela porta estreita da reencarnação, que nos conduz as dificuldades do convívio diário com pessoas tão problemáticas quanto nós mesmos. 
Espíritos afins que se encontram na camada terrena das experiências cotidianas. Como uma prisão temporária ao espírito recalcitrante ou como a visão de um paraíso terreno, para aquele que já vibra na condição da compaixão por seus semelhantes.

Namastê


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Por que a mente adoece?


As pessoas estão cada vez mais estressadas, sofrendo de transtornos psicológicos que as tornam reativas, perdendo a capacidade de percepção de si mesmas e do mundo a sua volta.

Ninguém tem mais paciência com nada, vivendo com a cabeça no dia de amanhã e nas fixações do passado. O comportamento alienado numa mente doentia, leva cada um de nós ao estado de vazio e sofrimento.

Eu já me senti assim, com tanta informação em minhas mãos e sem tempo para assimilar tudo, olhando apenas para a capa dos livros, para o título, sem conseguir parar e entrar em contato com o conteúdo.
É isto que tem ocorrido na internet, nas mídias sociais, na vida... Ninguém mais tem tempo para o conteúdo. Já ouvi muitas pessoas dizerem que compram livros mas não os leem. É assim que estamos vivendo, ou melhor, não estamos vivendo. Estamos deixando a vida passar...

Nada é experimentado verdadeiramente e por isto nos sentimos vazios. Relacionamentos fúteis na internet, sem qualidade, sem profundidade. Uma vida rasa, na qual estamos deixando o livro da nossa história em branco, quando não conseguimos sair da mente. Ficamos preocupados com o final, com os resultados e deixamos de viver o presente.

Por causa do medo do amanhã e do excesso de apego, desenvolvemos os transtornos psicológicos de toda espécie, porque estamos vivendo na mente, uma vida ilusória, irreal.
Para sair de qualquer transtorno psicológico, tem que começar a sair da mente. Parar de deixar que ela domine e enlouqueça você.

São pequenos momentos que deixamos de curtir, porque passamos a achar que quantidade é mais importante que qualidade, inventando uma vida sem aprimoramento.
Eu já vi na internet um cara que resume as histórias dos livros para quem quiser. E a vida de cada um de nós também está cada vez mais resumida a um grande nada...

Se estamos nesta jornada terrena e não por acaso, seja espiritualista ou não, o que temos a aprender é que temos que experimentar o mundo e isto tem que acontecer aqui e agora. Os relacionamentos são o nosso maior tesouro. Na vida profissional, amorosa, familiar, não importa qual setor, temos que conviver e escrever uma história, que é a nossa vida.

Como alguém pode ser pleno, ter uma vida satisfatória se está preso à mente?
Ela é reativa, é como um arquivo pronto, cheio de memórias , que utilizamos para responder aos relacionamentos.

O uso excessivo que fazemos da mente e a prioridade que damos a ela, como dominante em nosso ser, provoca os desequilíbrios mentais. Esquecemos de nos conectar com o corpo e com os nossos sentimentos.

Se você parar agora por alguns instantes e se conectar com as outras partes de seu ser, você se surpreenderá com o que irá encontrar, perceber e experimentar. Mas, provavelmente, você terá uma pequena chance de conseguir esse contato, porque sua mente não o deixa em paz.
Você precisa aprender a fazer isto, a sair do domínio da mente. Aí sim, você estará se curando e  também curando a sua mente, que está esgotada.

Eu convido você a entrar em contato com o seu ser integral. O seu corpo, seus sentimentos, suas emoções, sua energia e também a espiritualidade que vai além de qualquer cunho religioso. A espiritualidade pura, essencial.

As pessoas estão buscando resultados e tomam medicamentos que as transformam em zumbis, mortos-vivos. Elas acreditam que estão fazendo a coisa certa porque elas seguem o que a mente delas diz o tempo todo para elas: "Eu sou você, eu sei o que é bom para você..."

A mente doente pode ser curada, quando ela deixa de dominar o seu ser e passa a estar direcionada por ele.

Namastê

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Pedir ajuda não basta!



Olá buscadores, namastê! Eu recebo muitos e-mails de pessoas pedindo ajuda, literalmente. Doenças físicas; transtornos psicológicos e mediunidade desequilibrada; questões familiares, profissionais e amorosas; falta de dinheiro e solidão; entre tantos outros problemas.

 Para todas essas situações de desarmonia com a vida e consigo mesmo, sempre recomendo o caminho terapêutico que traz todos os elementos que participam da integridade e saúde do ser. Percebo porém, que alguns pedidos são unilaterais, ou seja, a pessoa quer se curar, quer plenitude, mas não está disposta a realizar a sua parte na história que protagoniza. O doente é o principal agente de seu sofrimento e de sua cura.

Vivendo a Realidade Quântica


Você já se pegou chorando enquanto via um filme ou novela?

A gente se envolve com o drama e sente o sofrimento do personagem, como se fosse nosso. E quando você sonha que está com medo e acorda de repente e sente o seu corpo reagindo, como se o seu sonho fosse real?

O coração acelera, você se arrepia e a mente fica inquieta. A realidade é relativa e a prova disto é sentir o azedo na boca quando imagina chupar um limão. É tão simples e óbvio que deixamos de perceber como nossa realidade está sob nosso domínio.


Por que não lembramos das vidas passadas?


Uma dúvida que tanta gente traz sobre as reencarnações é o porquê de não lembrarmos naturalmente de nossas vidas passadas.
Será que ajudaria, em nossa vida atual, termos consciência de quem fomos no passado?
Tudo depende do quanto cada um está preparado ou não, pronto ou refratário a assumir e incorporar outra identidade em si.

Síndrome do Pânico X Mediunidade

 Desde a adolescência, sofri muito com a Síndrome do Pânico. 
Meu conhecimento sobre o tema, é fruto de minha experiência e  busca pela cura. 
Naquela ocasião, quase não se falava sobre o assunto. Havia pouca pesquisa e muito preconceito. Por isto,  tive grande dificuldade para encontrar informações  que me ajudassem a  compreender o que se passava comigo. Já faz mais de trinta anos que tudo começou e hoje posso afirmar que foi um caminho de estudos e aprendizado sobre a síndrome, as causas e o tratamento mais adequado. Entender a dinâmica que envolve não somente a síndrome do pânico, como também tantos outros transtornos psicológicos, que acometem cada vez mais pessoas, gerando desconforto, sofrimento e prejudicando a qualidade de vida.
Taquicardia, falta de ar, dor ou desconforto no peito, formigamento, tontura, tremores, náusea ou desconforto abdominal, embaçamento da visão, boca seca, dificuldade de engolir, sudorese, ondas de calor ou frio, sensação de irrealidade, despersonalização, sensação de iminência da morte.

10 SINTOMAS DE MEDIUNIDADE OSTENSIVA


Imagine agora que esteja confortavelmente em meio à natureza, sentado num local tranquilo, escutando o som dos pássaros, sentindo o sol acariciando sua pele, apreciando a deslumbrante paisagem de matizes variados. As sensações são tão agradáveis que você expressa em sua fisionomia a suavidade do momento, com um sorriso sereno. Inspirando profundamente, você solta um suspiro de agradecimento e cantarola uma canção que lhe toca o coração.

Os cinco sentidos nos colocam em contato com a vida terrena. Você está se comunicando com o ambiente e com todas as coisas. Seu corpo e sua mente sentem e reagem aos estímulos externos. Assim lhes servem seus cinco sentidos. Mas não é só isto que sentimos. Existe algo mais, um sexto sentido que nos leva além.

Normose, enfermidade que causa ansiedade, depressão e outros sintomas


Ser ou não ser normal é um julgamento, uma referência que se apoia em crenças e valores, que trazem uma noção de limite. Cada sociedade se apoia em determinadas regras de conduta e postura, diferentes, segundo sua cultura. Por exemplo, é normal, em nossa cultura, o consumo de carne bovina. Na Índia, o bovino é sagrado e perambula pelas ruas, com todo o respeito.
Diferenças culturais, religiosas e diferentes paradigmas. Cada qual defendendo a sua verdade.
O que é unânime, diz respeito à prisão sufocante que vivemos, em defesa das verdades relativas que carregamos e o quanto nos esforçamos para sermos considerados pessoas "normais", impondo-nos uma série de valores e regras de vida. Temos que assumir determinados comportamentos para sermos aceitos na sociedade. 

Deus e o diabo , o céu e o inferno na mesma casa


Você acredita que existe céu e inferno?



Da matéria dos pensamentos e sentimentos, criamos o céu e o inferno que nos habita. Deus e o diabo, morando na mesma casa, dentro de cada um de nós. A dualidade se manifestando, ensinando aos espíritos animados sobre a Luz e as trevas, dando-lhes significado. Não há como compreender o que é a Luz se não na escuridão. 

Acende-se uma vela fraca nas trevas e ela abre caminho ao viajor cambaleante. A luz fraca é a pouca conexão que fazemos com a nossa essência. Ela está conosco, mas entupimos o nosso canal com o sofrimento em vão. 

A nega velha Naná sempre me traz a imagem de um campo vasto em que a luz da lua serve como lanterna. Se o tempo tiver nublado, ele esconde a luz do luar. Acessamos o umbral ou o paraíso, conforme escolhemos nosso modo de vida e cuidamos deste lar, chamado “eu sou”. Em nossa casa interior, que é nosso mundo de construções mentais e emocionais, aglomeramos por vidas, em cômodos, os incômodos, remorsos e outras tantas ilusões. Quartos escuros, com janelas e portas fechadas, cheios de tralhas. Parece um lugar seguro, entretanto, em muitos momentos, nada entra, nada sai... 

Não vemos o sol nem a lua, quando atormentados, dentro de tamanha escuridão. Lá encontramos nossos afetos e desafetos. A criança interior, o velho mestre sábio, alguns monstrinhos e outros arquétipos de toda espécie. Algumas pessoas estão lá dentro nos ajudando a abrir frestas de luz, pessoas que amamos e nos movem. Outras nos trazem mais desconforto. 

Às vezes, um espaço interior que mais aparenta um labirinto, no qual nos perdemos entre tantas dúvidas e discórdias internas. Não nos conhecemos. Pessoas e coisas, apegos... Desejos, expectativas e frustrações na mesma medida. Um barulho de vozes, da conversação interna que se trava entre o ser e a mente. Mas como encontrar Deus dentro de nós, em meio a tanto sofrimento? Como explicar que Ele permita esta confusão?

É preciso mudança, limpeza, esvaziamento. Só assim poderemos nos encontrar com Ele. E para tanto precisamos amadurecer e parar de achar que Ele deve dar conta de tudo. Como pedir para que nos afaste de todo o mal, quando somos nós próprios que absorvemos a maldade no coração, toda vez que julgamos o próximo e a nós mesmos? Pedir para que seja expulso o diabo que se alimenta das nossas emoções? 

Primeiro é necessário compreender que cabe a nós a limpeza da casa que o espírito habita. Parar de alimentar e dar guarida a quem não queremos lá dentro. A cada revolta, crise de raiva, tristeza por não aceitação da vida e das bênçãos que se fazem presentes em tudo, alimentamos a desordem e mais difícil fica encontramos o céu. 

O medo é o maior inimigo que nos busca dentro de casa. Ele nos prende, não deixa que o coração se abra para o amor. O diabo se faz forte pelas vias do ego. Achar que somos vítimas e que não temos total responsabilidade sobre o nosso bem-estar é uma ilusão. As nossas emoções constroem o Umbral que estamos vivendo, o sofrimento acarretado pelo apego. O egoísmo é a presença escura, é o nome do medo. 

Passamos por situações difíceis em que temos que escolher como nos sentir diante delas. As doenças, os desencontros, os problemas que nos ensinam como mudar a rota, conhecendo melhor o território que nos leva para uma consciência mais desperta. 

Não podemos mais continuar alimentando o egoísmo. Não devemos permitir que as ervas daninhas se espalhem e deixem obscura a presença da Luz. Vamos buscar o céu que há dentro de nós. Permitir o esvaziamento, deixando ir tudo que está lá dentro amontoado. Pessoas, acontecimentos, mágoas, ilusões... Apegos e emoções distorcidas, pensamentos egoístas. 

Buscar o céu de estrelas e lua e o dia de sol. Leve a vela acesa que Deus dá a todos, para que possamos enxergar os quartos bagunçados que acumulamos em nossa casa interior. Deus está aí dentro, sempre pronto a acolher, deixe que Sua presença se faça em seu ser. O diabo apenas representa a ilusão que deixamos entrar como uma ventania, um furacão ou tempestade que quer derrubar a paz interna.

Preste atenção, observe -se , entre em contato com o seu mundo interno, veja o que tem desenhado. Plasmamos as nossas escolhas e elas nada mais são que as emoções que deixamos crescer em nós. O espírito está aqui na Terra para aprender a utilizar os seus dons. Criando o bem ou o mal, cocriando a vida. 

Respire, inspirando profundamente, deixe a vida e ar renovado adentrar o seu ser e depois expire espalhando o prana e jogando fora o que não serva mais. Limpe sua casa interior.  

O céu e o inferno estão no mesmo lugar, a grande diferença entre eles é que o inferno é provisório e o céu é eterno e nenhuma treva pode se manifestar numa casa iluminada.

Namastê

Reencarnação e Vidas Passadas


Filosofias e religiões do oriente e do ocidente admitem as reencarnações.

Como espíritos, manifestamo-nos em ciclos de morte e renascimento. 

A doutrina espírita, por obra  de Alan kardec, trouxe no século XIX ao ocidente, a "boa nova" sobre a espiritualidade e o mundo dos espíritos.


O catolicismo em seu passado admitiu a reencarnação. Porém, em meados do século VI, Teodora, esposa do imperador bizantino Justiniano, forçou o papa Virgilio a substituir o conceito reencarnacionista pela ressurreição. Ela tinha medo de reencarnar como escrava negra, afinal era escravocrata.

No oriente, a roda das encarnações é conhecida como Roda do Samsara. Estamos sujeitos ao ciclo de morte e renascimento até que possamos atingir a iluminação. 

Reencarnar é voltar à carne, ao mundo físico. Uma encarnação está atrelada a outra pela lei de causa e efeito do karma.  Criamos karma a todo momento, a cada atitude geramos um movimento que pode ter efeito positivo ou não. Atiramos a flecha e não há mais volta. 

Portanto, o karma pode beneficiar ou prejudicar a nós mesmos, ao outro e ao meio ambiente.
Aquela pessoa que jogou uma bituca de cigarro acesa na mata e provocou um incêndio, certamente criou um karma negativo. De alguma forma ela estará sujeita a lei natural que lhe trará a oportunidade de resgatar o malfeito.

Não existem culpados, somos, sim, responsáveis pelo que plantamos. Como diz o ditado: Quem planta vento colhe tempestade.

Desta forma, fica mais claro compreendermos as adversidades atuais. Quantos problemas que passamos pela vida sem uma causa definida, pelo menos, que sejamos conscientes dela?
Quando averiguamos a relação da vida atual com as vidas passadas, podemos concluir que nada é acaso, há discernimento e harmonia no universo. Racionalmente, chegamos ao consenso que a reencarnação explica uma série de ocorrências que ficariam à deriva na visão materialista.

É necessária uma dose de consciência para atestarmos a realidade espiritual. Quando o espiritismo nos fala sobre a fé raciocinada, ele nos coloca de frente ao questionamento:

-Quem somos e o que estamos fazendo aqui?

Admitir a reencarnação nos dá base para preenchermos todas as lacunas que a ciência atual ainda não conseguiu. No entanto, de forma alguma, devemos cultuar a crença que nascemos para sofrer. Muito ao contrário disso, estamos aqui para aprender a deixar o sofrimento.


Todo sofrimento é fruto da falta de compreensão da impermanência da vida terrena e da eternidade espiritual. Este apego exagerado as limitações da vida física, a falta de conexão com a essência espiritual e o entendimento que somos todos Um.


Aquiete-se e se conecte ao Criador. Você poderá perceber a vida além da vida...

Muitas pessoas se sentem vazias de significado. A vida restrita à matéria não proporciona plenitude. Sinta a espiritualidade que o torna um ser.

Você não nasce numa família por acaso, não encontra desafios por coincidência e não está sob o jugo da má sorte. As vidas passadas norteiam a vida atual. Tudo o que criamos de karma, serve-nos hoje em nossa vida. 


A família a qual pertencemos hoje é constituída por espíritos com os quais temos algum laço, seja de amor ou de ódio. Normalmente, as aflições familiares, os desentendimentos e tantas outras adversidades no campo da "pequena família", são as lições que nos farão galgar mais um degrau em nossa evolução.


É muito bom sair e tomar uma cervejinha ou um café com aquele amigo para relaxar. É ótimo ter momentos de lazer  e descontração. Mas , no convívio familiar, nem sempre as coisas vão tão bem... É preciso paciência e vontade para que na intimidade do lar, saibamos agir em prol do fortalecimento das relações pelo amor incondicional. 

Quando passamos a inserir as vidas passadas ao contexto das relações familiares, amorosas e profissionais, fica muito mais fácil e mais leve para o nosso espírito enfrentar os problemas que surgem.

Precisamos estar atentos ao que criamos hoje. A cada pensamento e sentimento que plasmamos na aura. Atenção às nossas atitudes diárias, para que nosso karma se faça em comunhão com o Divino. Confiando mais na vida e no trabalho de transformação interior realizado na prática diária.

Compreender a reencarnação e as vidas passadas nos traz alento aos sofrimentos atuais e nos encoraja para mudanças.

A TVP – Terapia de Vidas Passadas pode ser útil, por exemplo, em alguns casos, na obtenção do afloramento de uma memória que esteja armazenada no corpo emocional e influenciando negativamente na vida atual. Alguém que morreu por asfixia, se muito preso à matéria, na época do ocorrido, poderá trazer hoje a sensação da falta de ar, em determinadas situações. Há uma fixação cristalizada no corpo sutil que interfere no corpo físico.

Entretanto, não há necessidade de corrermos atrás de nosso passado por curiosidade. O véu que nos distancia do vislumbrar dos acontecimentos de outrora é uma bênção.
Pense em como se sentiria em descobrir que em outra vida seu marido foi seu inimigo mortal, ou que um irmão de sangue era em outra encarnação seu algoz?Ao mesmo tempo, isso poderia explicar a sua antipatia natural por esse espírito...Tudo dependerá de sua aceitação e compreensão.



Mesmo em acontecimentos desta vida, quando não nos são agradáveis, desejamos que caiam no esquecimento. Por isso, às vezes é melhor esquecermos...

Algumas pessoas se ressentem quando descobrem particularidades de vidas passadas.


Apenas para citar um caso, tive um cliente que muito desagradou à ideia de que sua filha era um espírito que pertenceu a uma falange das trevas e que em outras vidas eram unidos pela sintonia pesada que vibravam.  Tanto que chegou a um ponto em que desistiu da terapia.


Sentiu-se ultrajado, humilhado e por pertencer no passado a uma falange trevosa, sofria o assédio, quase que diário, desses espíritos, inclusive de sua filha, quando adormecia...

Teve uma noite em que recebi a visita de um deles me pressionando a não continuar o tratamento...
Enfim, veja o quanto é implacável a lei do karma e das reencarnações.
Para nos libertarmos das negatividades, resgates do passado e da vida atual, temos que inevitavelmente nos conectarmos à Luz que emana do Criador. Aprendermos o amor incondicional que dissolve qualquer laço de ódio que possa nos manter presos ao passado

Perceba em suas relações difíceis, a lei do karma agindo a seu favor. Dando-lhe a oportunidade de transformar a sombra em luz.
O amor incondicional, a compaixão, são fogo divino que dissipam e transmutam o mau em bem, fazendo a Fênix renascer das cinzas.

Seja Amor!


Para Orientação e Terapia envie e-mail para nadyaprado@uol.com.br

Por que nasci nesta família com tantos problemas?


Sempre comento com meus clientes sobre a propaganda de margarina em que a família reunida e sorridente, mostra toda sua felicidade, em volta da mesa. Alguns dias são assim, outros nem tanto e muitos são bem diferentes dessa imagem que assistimos na televisão. A família é o reduto de nossos maiores conflitos e também de afinidades e laços de amor eterno. Os relacionamentos familiares nos colocam na prática da convivência e do amor incondicional, permitindo exercitar qualidades e dissolver sombras em luz. 


Pequena Família, como o plano espiritual a denomina, é a nossa família consanguínea. Ela apresenta em sua árvore ancestral, uma história de várias encarnações, em que nos reencontramos com os mesmos espíritos, em variadas condições. O seu filho pode ter sido seu avô em outra vida, seu marido hoje pode ter sido seu filho ontem, sua inimiga de ontem, sua filha de agora. E aquela tataravó pode ter sido você!


As pessoas têm alguma dificuldade em aceitar o contexto reencarnatório familiar, porque acham muito estranho que um filho tão amado nesta vida, possa ter sido um algoz em outra. Eu acho uma benção ao coração que sofre, conceber este sentido à vida, que explica as origens dos vínculos e seus conflitos. Por isto o véu do esquecimento é tão importante, para que tenhamos exatamente esta oportunidade de aprender a amar ao outro, desfazendo qualquer resquício de ódio ou vingança do passado. Não seria muito agradável você conviver hoje na mesma casa que seu inimigo de ontem. 


Do cotidiano familiar surgem muitos traumas que não teriam uma razão adequada, se não uma estupidez humana imperdoável. A lei das reencarnações faz perceber que a ordem cronológica terrena é bem diferente dos ciclos espirituais. Adultos que agem como crianças que, por sua vez, agem de forma mais madura que muitos adultos. Esta é a grande sacada para o entendimento das vidas sucessivas e dos reencontros espirituais no núcleo familiar. Existe uma questão de afinidade que não se explica simplesmente pela ordem terrena, da mente egoica. Há nas relações familiares um propósito muito maior. 


Quando não se aceita a lei das reencarnações, fica mais complicado compreender as relações conflituosas entre filhos, pais, irmãos e cônjuges. Sofremos muito mais e aproveitamos muito menos. Numa mesma família encontramos irmãos muito diferentes uns dos outros em sua personalidade e acostumamos dizer que um puxou ao pai e o outro mais à mãe... E na ciência as peculiaridades de cada pessoa são explicadas pela hereditariedade. Estamos num corpo moldado pelos genes e temos traços de nossos progenitores. Mas, não basta nos apegarmos ao legado da genética, porque muitas lacunas não são preenchidas.


Toda família é constituída pela engenharia dos espíritos responsáveis pelas reencarnações, que trabalham no plano astral. Antes de você nascer, a maravilhosa máquina humana é manipulada pela espiritualidade, que ajuda a fornecer as condições necessárias a sua nova vida. As características físicas são moldadas a partir da sua condição espiritual e de quais as principais limitações a superar. 


É muito reducionista e simplório considerar que todos nós somos obras do acaso. Por exemplo, acreditar que a aleatoriedade acarretaria o nascimento de um bebê com síndrome de Down. Ela é causada pela presença de um cromossomo a mais, o par 21. A criança nasce com 47 cromossomos e não 46 como a maioria das pessoas. Existe algo mais, que a mera coincidência ou sorte. Então, cada um nasce com o corpo e a mente que necessitam ao seu aprendizado e de sua família. Limitações que, numa primeira impressão podem sugerir sofrimento, são sempre bênçãos para o nosso despertar. 


A família escolhida para renascermos é a melhor que poderíamos ter neste momento. O primeiro passo para a solução de qualquer conflito familiar é a aceitação de que estamos exatamente onde deveríamos. Convivendo com as dificuldades e benesses familiares, que nos farão melhores como pessoas, como espíritos. É nesta experiência que cresceremos, amadureceremos e principalmente nos tornaremos mais conscientes. 


Você pode escolher suas amizades, mas a família não tem como descartar. Mesmo que vire às costas para os seus familiares, a energia deles continuará com você. Seu ser é parte de um corpo energético maior, o corpo familiar. No seu sangue corre o sangue de seus ancestrais. É preciso aprender a lidar com essa energia. Quando se trata dos conflitos familiares, não se pode esquecer que a família é uma entidade viva, da qual o indivíduo faz parte e coexiste. Há um vínculo energético muito forte e mesmo que distanciados fisicamente, a influência que um familiar exerce ao outro continua na dimensão energética. É o caso notório de irmãos gêmeos, que sentem o que o outro está passando a distância. 


A Psicologia falha quando tenta resolver os problemas familiares apenas pela ótica dos impulsos mentais e emocionais, sem considerar o elo maior entre os familiares, que extrapola qualquer questionamento da vida atual e que adentra o complexo das reencarnações e da entidade energética familiar que forma sua árvore ancestral.


É algo muito natural, não há nenhuma imposição, você não foi obrigado a conviver com sua família. O vínculo energético, seja de amor ou medo, é que os unem. Na família também reencontramos grandes amigos, irmãos espirituais afins, que nos fortalecem na caminhada, como anjos da guarda em nossa vida.


Os conflitos dentro de uma família representam os resgates. Eles não são castigos que temos que sofrer. Eles são bênçãos que nos libertarão de laços que não sejam de amor incondicional. No vínculo espiritual nutrido por desavenças, é necessário que haja um trabalho de renovação da relação, para que sejam dissolvidos os ressentimentos dos corpos emocionais dos envolvidos e, principalmente, o cordão energético deletério, entre eles, que se formou dessa vivência negativa. 


Sabe, quando você fica meio irritado com algum parente ou magoado com as atitudes dele, você entra em um estado de espírito de resgate. Você se sintoniza com algo que ficou estagnado do passado. Então, quando falamos sobre os resgates na reencarnação, eles acontecem nessas ocasiões, em que nossos sentimentos ficam confusos e tristes e os conflitos familiares nos atingem com maior intensidade. 


Fugir da relação familiar, ir para bem longe, tentar esquecê-los, não funciona. Só dá certo quando você está bem consigo mesmo e com eles. Sem mágoas, sem rancor. Caso contrário, sua família continuará junto de você, em seus pensamentos, seus sentimentos, em sua vida. Alguns conflitos também surgem da vinculação de espíritos que se somam a ela e que podem afetar negativamente as condições energéticas do núcleo familiar.


Para resolver as questões familiares você precisa parar por alguns instantes e se colocar como um observador. Feche os olhos e veja sua família interagindo num palco. Cada um representando seu personagem. Olhe para você, veja qual é o seu papel dentro da família, apenas observe, sem críticas ou julgamentos. Olhe para cada um como se você fosse um espírito com muita experiência, de muitas vidas, um sábio, um ermitão. 


Este personagem no tarô representa um homem idoso que carrega uma lanterna, símbolo do grande conhecimento adquirido, iluminando sua trajetória. Apoia-se em um cajado, símbolo de prudência e aptidão, para se localizar no caminho e afastar infortúnios. Sinta-se um ermitão e ilumine com sua lanterna cada um dos personagens familiares. Você poderá ver o sofrimento que eles carregam, suas limitações. Entenderá que cada um está na sua vida para ajudar em seu progresso espiritual. E finalmente olhe para o seu personagem hoje, sua pessoa nesta vida. Perceba com carinho suas limitações e fragilidades.


Aceite cada um do jeito que é, através do olhar e da lanterna do ermitão. Para terminar, deixe que a luz da lanterna toque o coração de todos vocês, um a um, abençoe a sua família, seu núcleo de aprendizado evolutivo. 


Toda vez que entrar em um estado de espírito de resgate, pare e faça o papel do Ermitão. Dessa forma você vai dissolvendo o cordão energético de ressentimentos entre vocês. Poderá ver aos seus familiares como espíritos que sofrem, tanto ou mais que você. Sentirá que você já foi outra pessoa no passado e que já atuou como vários personagens. Escolha ser agora o ermitão que leva sua sabedoria para a família. Faça que esse sábio mostre a você o que fazer, que ilumine sua vida e suas questões familiares. Ele acalmará sua alma e curará o ambiente familiar. 


Algumas Dicas do Ermitão para Curar os conflitos na Família 


• Não desperdice sua energia em discussões, apenas escute, mas não absorva em seu coração insultos, desaforos.
• Respeite o momento de cada um, o livre arbítrio que eles têm para escolher   o que querem.

• Deixe a poeira baixar após um conflito, este é o momento de conversar, sem impor opiniões.
• Cada um de seus familiares tem que carregar a bagagem que lhe pertence, não tente carregar a cruz de nenhum deles, porque a sua já lhe pesa o suficiente. 
• Felicidade é um sentimento que flui sempre de dentro para fora e que brota a partir da aceitação. 
• Não existe nenhum problema quando você não o nutre. Tudo está em perfeita harmonia e os problemas são na verdade bênçãos. 
• Veja em cada pessoa a si mesmo, pratique a empatia, que é  se colocar no lugar do outro.

  Namastê, seja amor!

Eu não quero mais sofrer



Se você chegou ao ponto de não aguentar mais tanto sofrimento, é o momento de sair dessa situação. A sociedade tem nos feito acreditar que nascemos para sofrer. E achamos tão normal o sofrimento, que passamos a incorporá-lo no dia-a dia. É um grande erro achar que o sofrimento faz parte da vida. Ninguém nasceu para sofrer.
Estamos aqui para aprendermos a ser felizes!Vida saudável e plena! É isto que deveríamos ter.
Acorde então do sono profundo, deste pesadelo. Venha viver com plenitude.
Mas, como?
Entendendo que você escolhe o que pensar e também o que sentir. Sua vida nada mais é que o reflexo de seu universo interior. 
Você pode mudar o mundo em que vive, mudando o seu mundo aí dentro.

Nadya Prem