Mediunidade, caminho de ascensão à quinta dimensão




Os guias espirituais que nos acompanham e auxiliam nossa jornada terrena, têm nos alertado, com maior ênfase, sobre o momento planetário e sua transformação. Diante dos acontecimentos infelizes que assistimos, em várias regiões do mundo e a rapidez com que nos são informados, a espiritualidade tem nos mostrado que, tanto quanto a tecnologia terrena trouxe mais conexão entre os povos e culturas, unindo ocidente e oriente, a nossa conexão espiritual tem, também, alcançando um novo patamar, dentro  nosso processo evolutivo.

Estamos mais “médiuns” a cada dia, ou seja, estamos abrindo nossos canais de comunicação com os irmãos espirituais desencarnados e de outras partes do Universo. Estamos entrando numa nova fase, em que aqueles que continuarem apenas sendo guiados por seus sentidos terrenos, não desenvolvendo seu sexto sentido, sentirão cada vez mais, as consequências de sua fragilidade mediúnica.

Que esta mensagem chegue a cada um de vocês como um direcionamento, para que compreendam a necessidade de despertar sua consciência, para que não sofram com a falta de entendimento e sintonia com as vibrações mais sutis.
Sem o devido amadurecimento mediúnico, serão levados pelas ondas de negatividade que assolam a humanidade presa às sensações do ego.

A mediunidade como parte integrante de cada um de nós, não pode permanecer confinada aos ambientes religiosos. Estamos trazendo à tona o assunto, com mais intensidade, para que todos tenham acesso ao conhecimento sobre o ser integral e o papel da mediunidade na busca evolutiva.

O conhecimento mediúnico, que antes era reservado aos iniciados e, portanto, considerado esotérico, é na atualidade um caminho exotérico, ou seja, deve ser disseminado a todos.

Desenvolver a mediunidade significa aprender a usá-la como um sentido essencial a nossa plenitude. Como sempre frisamos, o planeta Terra está em constante transformação e os filhos de Gaya, também.

Com a aceleração vibratória do planeta e mudança de seu padrão, estamos sendo convidados, insistentemente, pela espiritualidade, a convertermos nossa sintonia, para que possamos continuar acompanhando o processo evolutivo.

Os acontecimentos no mundo, que à primeira vista nos parecem desastrosos, são naturais e acompanham o ritmo das mudanças necessárias.
A grande quantidade de espíritos, reencarnando com sérios delitos cravados em seu campo áurico, tem como intenção, dar-lhes oportunidade, auxílio a eles, que ainda estão atolados nas enfermidades da alma.

Da mesma forma, muitos espíritos, mais evoluídos, têm, também, reencarnado para ajudar a despertar a consciência de todos.

Esta época de tantas transformações é marcada pela a aceleração do tempo, que é nítida a todos. A vida parece correr e não mais andar.
Faz-se necessário que cada espírito humano comece a se desprender do tempo. Com isto, será capaz de adentrar a nova frequência.

Para tanto, a mediunidade será o caminho, que lhes retirarão da energia densa do mundo tridimensional e do tempo. Vem chegando e aflorando a quinta dimensão que se encaminha pela mediunidade. Mais espíritos estão renascendo com seu DNA preparado para a nova formatação.

A mediunidade tem sido causa de grande conflito pelo qual os espíritos travam sua luta interior, em que buscam a mudança vibracional, porque ainda não a compreendem.
É uma luta do bem contra o mal, em que o bem precisa ser reconhecido para que o mal seja dissolvido.

Chamamos de ‘mal” a tudo que se refere ao plano das quatro dimensões e o domínio do ego. Presos a essa configuração, os seres humanos necessitam de apoio para se libertarem da ilusão.
Denominamos  de  “bem” o despertar consciencial para a quinta dimensão, dissolvendo o ego. O reconhecimento de que o homem é um ser integral e divino.

Uma variedade de sintomas psicológicos, emocionais e físicos têm surgido, pela falta de conhecimento e desenvolvimento da mediunidade, este modo mais sutil, aos olhos terrenos, de nos interrelacionarmos. A grande maioria dos espíritos encarnados desconhecerem sua realidade extrafísica, a qual se acessa por este sentido mediúnico. Alienados à matéria densa e suas sensações se perderam de suas origens.

Já foi dito, em várias oportunidades, que a mediunidade é um sentido suprafísico que nos possibilita nos reconectarmos a nossa essência e integralidade, com mais propriedade e consciência.
À medida que o planeta está mudando sua frequência vibratória, cada um de nós tem percebido o campo sutil com mais intensidade. Quando não nos sintonizamos com a nova frequência somos abatidos pelas pesadas vibrações que ainda digladiam no orbe.

A menção que fizemos, em outras oportunidades, sobre a luta entre o bem e o mal que se trava nas esferas astrais, não tem a intenção de alimentar lunáticos e curiosos. Ela é uma realidade que precisa, neste momento, ser abordada.

Temos milhões de espíritos na senda da reabilitação pelo sofrimento, necessitados de nosso auxílio. Por isto convidamos os seres humanos a despertar. Isto se faz pela mediunidade. Eis aí sua importância, relevância que a coloca, na atualidade, em primeiro plano e além das fronteiras.

Somos irmãos unidos pelo universo de Deus, em diferentes orbes. Trazemos para a humanidade o consolo prometido.
O consolador, o qual Jesus, seu dirigente planetário, destaca, refere-se aos irmãos universais que pertencem a Grande Família Universal e que se fazem, cada vez mais, presentes, juntos a vocês.

Pela mediunidade realizamos um trabalho de união, porque as diferenças do plano material denso se dissolvem no plano sutil. Podemos nos comunicar com facilidade em nossa realidade astral.

A mediunidade nos conecta, entre civilizações e com o Todo. Este é o canal utilizado para que possamos agir em prol deste planeta e de todo o universo.
Desenvolver a mediunidade é acordar o sexto sentido latente, adormecido até então.

A cura do planeta Terra e de seus seres será conquistada pela sintonia na mesma frequência de Deus. A mediunidade é o caminho da Verdade.

Rayanna e Yamahe estão ao seu dispor para trazer ao canal  Nadya Prem as diretrizes para que possam estar em conexão com a nossa Grande Família Universal.
Somos filhos das estrelas e Shan, nosso dirigente, está a nos iluminar o caminho.

Shan é a expressão de divindade que se manifesta em cada coração que se eleva ao Todo.
Om Shan, namastê!


Além das fronteiras

Estado de espírito, respiração e saúde holística


A palavra espírito se origina do latim spiritus, que significa respiração. Considero que estado de espírito pode ser literalmente entendido por estado de respiração
O espírito se manifesta na respiração, um e outro são a mesma presença no corpo físico. Quando paramos de respirar, o espírito se desprende da matéria.

Quase ninguém está atento ao seu fluxo respiratório e poucos sabem sobre a importância que a respiração tem, como referência no estado de espírito e na saúde. 
O estado de respiração é responsável, em grande parte, por sua saúde ou enfermidade, plenitude ou sofrimento.

Repare como a respiração é alterada por seus estados emocionais. Quando você leva um susto, a respiração trava; quando está em um ambiente agradável junto à Natureza, você inspira  e expira profundamente. O medo paralisa sua respiração e o seu contato com o meio externo, enquanto que, o bem-estar e a sensação de prazer se avolumam com o fluxo respiratório profundo, que traduz sua relação saudável com o ambiente.

O prazer ou a dor que experimentamos na vida se manifesta no estado de respiração. Do mesmo modo interferimos em nosso padrão mental e emocional quando aprendemos a dominar e alterar a forma de respirar.

O Sistema Nervoso Central é responsável pelo fluxo respiratório, que tem sua porção metabólica e autônoma no cérebro reptiliano e uma contraparte voluntária, regida pelo córtex e neocortex. São inteligências que trabalham conjuntamente.O nosso cérebro mais primitivo que é comandado pela inteligência do corpo físico e sua fisiologia e as inteligências contidas nos cérebros emocional e racional, interferindo incisivamente no fluxo respiratório e no estado de espírito.

São influências sutis e materiais, advindas dos mundos da abstração e terreno. O corpo e a mente agindo na condição de saúde. Somos corpo, mente, espírito e respiração.  .

A respiração é um processo vital, através do qual nos vinculamos com o meio externo. Tanto a respiração celular quanto a aeróbica fazem parte dessa relação de troca, indispensável, entre espírito encarnado e o planeta, que é o seu mundo terreno. O estado de respiração refletirá a qualidade desse relacionamento.

O estado de espírito ou respiração envolve diversos aspectos do ser integral e sua atitude com a vida. Podemos nos sentir deprimidos, tristes, desmotivados, cansados, ansiosos, eufóricos, nervosos.
Uma dor é capaz de tirar qualquer pessoa do sério. Um acontecimento infeliz, um problema familiar, um arroubo de raiva e tantos outros desencadeadores diários que nos abalam.

São decepções e anseios que vivenciamos e alteram o estado do nosso ser integral, o estado de respiração e de espírito. O excesso de pensamentos, a ruminação mental, interfere desfavoravelmente. Quando a mente fala demais, toma o lugar da respiração. 

Também, são influências determinantes, os alimentos consumidos, a postura corporal que adotamos, a qualidade de vida. Uma postura corporal de timidez, com o encolhimento da região peitoral e ombros, tornam a respiração superficial.

Quando nos encontramos em desequilíbrio, seja no âmbito físico, energético, emocional, mental ou espiritual, podemos atuar positivamente em nossa condição geral de saúde, alterando o padrão da respiração. Interferimos no estado de espírito pela atividade respiratória.

O estado de respiração altera o estado de consciência. 
Stanislav Grof, médico psiquiatra, um dos principais representantes da Psicologia Transpessoal, desenvolveu a prática de respiração holotrópica para atingir estados alterados, utilizados em sua clínica para tratamento.

Os transtornos psicológicos e físicos, vistos pelo prisma holístico e transpessoal, podem ser tratados e curados quando alteramos o estado de respiração. Alguns sintomas como angústia, opressão no peito e falta de ar, são comuns à maioria dos casos.

Vejamos que, para o Yoga, a saúde é promovida pela integração entre corpo e mente, sendo que, neste contexto, a mente é a consciência expandida e desperta, que alcançamos com a aniquilação do ego e de seu plano mental alienado e doentio.
Suas práticas são voltadas para que possamos atingir o estado de yoga ou estado de união corpo/mente e a respiração é o elo. 

Quando respiramos assimilamos o prana, a energia vital conhecida e evidenciada no Yoga e na Ayurveda, medicina da longevidade.  Além de combustível para a vida é responsável pela manutenção da saúde do corpo energético, que é o molde do corpo físico.

Assimilamos o prana pela respiração, alimentação, exercícios físicos, contato com a Natureza. Os pensamentos e as emoções podem beneficiar ou contaminar o corpo vital, tanto quanto as energias deletérias advindas dos ambientes e de ouros espíritos.

A yogaterapia, a acupuntura, a psicoterapia orientalista, entre outros métodos holísticos e naturais,  têm como objetivo, dentro da terapêutica transpessoal, alterar e tratar o corpo e a psique, modulando e reparando as disfunções, atuando no estado de espírito, o estado de respiração, que envolve a interrelação entre os corpos físico, energético, emocional, mental e espiritual. 

A primazia do corpo ou da mente, do espírito ou da matéria, é substituída pela primazia da consciência, que abrange todas as facetas do ser integral.
O homem espírito se faz vivo e manifesto em seu estado de espírito ou estado de respiração. 

Convido você a observar mais o seu fluxo respiratório, o seu espírito. O autoconhecimento que tanto buscamos, seja para a saúde do corpo, da mente ou da alma, carece  de um espírito livre, capaz de olhar para si mesmo e compreender o seu significado.

Nas sessões de terapia transpessoal, trabalho com o cliente sua relação consigo mesmo e com a vida , pela observação e pelas práticas que o capacitam a reverter seus desequilíbrios em saúde , plenitude e paz interior.


Namastê.

Para atendimento com Nadya Prado, consulte valores e informações
por e-mail nadyaprado@uol.com.br

Despertar Iluminado

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Espíritos presos em algum lugar do passado...


Quantas vidas já vivemos e amores que perdemos?
Conflitos, dramas, experiências que desenham a nossa vida atual.

Cada um de nós guarda na aura espiritual suas vivências... Moldando sua condição espiritual, seu tom vibratório, numa melodia que o representa. Emoções que trazemos e que nos movem em nossas escolhas no presente.

Quantos de nós estamos presos ao passado?
Sem cosciência de quanto nos deixamos levar pelas experiências que já se foram, repetindo os mesmos erros, os mesmos padrões emocionais. Afastando-nos da felicidade, de uma vida mais plena.
Como mudar a frequência vibratória e alterar a melodia?

Como curar Ansiedade e Depressão?




Não vou expor aqui a visão da psicologia ocidental sobre o assunto, já bastante explorada. Sabemos que ansiedade e depressão são consideradas transtornos psicológicos quando extrapolam as medidas da normalidade. 

Quais são os parâmetros para tanto?

Medir o grau de ansiedade ou de depressão é bem relativo. Depende de cada situação, de cada pessoa e de características particulares de cada caso. O pior erro é o rótulo. 

Não se pode generalizar ou banalizar qualquer situação de estresse ou de apatia como sintomas de transtornos psicológicos. Muito menos querer resolver todo o problema com a medicalização.

OBSESSOR ESPIRITUAL - SINTOMAS



SERÁ QUE VOCÊ TEM UM OBSESSOR ESPIRITUAL?
QUAIS OS SINTOMAS?
(Este blog não tem vínculo religioso, sua abordagem é
transpessoal e transreligiosa )


A obsessão espiritual é mais comum do que se pensa e acontece quando o espírito desencarnado se liga fluidicamente a nossa aura, alterando nosso estado energético, influenciando negativamente em nosso ser. Cria-se uma conexão entre obsediado e obsessor. O obsediado passa a pensar, sentir e agir sob o domínio obsessivo.

Veja alguns sintomas:

·         Sono excessivo, fadiga, falta de energia
·         Sonhos confusos, com pessoas estranhas, com muitos pesadelos
·         Mal-estar indefinido, enjoos, enxaquecas, enfermidades súbitas, às vezes, de difícil      diagnóstico e sem melhora apesar dos cuidados médicos
·         Pensamentos repetitivos de teor negativo e obsessivo
·         Depressão com pensamentos de suicídio, violência, auto agressão
·         Arroubos de raiva e explosão emocional contra as pessoas
·         Perda do controle emocional
·         Sentimentos negativos, tristeza sem motivo, choro constante
·         Mudança de humor repentina e sem causa definida
·         Transtornos psicológicos dos mais variados diagnósticos psiquiátricos



No prefácio do livro Novos Rumos à Medicina do Dr Inácio Ferreira, é relata a história de Dona Maria Modesta, médium  que viveu em Minas Gerais.

“Maria Modesta teve em sua mocidade, no início do século, grandes problemas de obsessão e também dolorosa doença orgânica, um eczema na perna direita, que levou os médicos de então, residentes em Uberaba, a uma única saída, ou seja, a amputação da perna, cuja enfermidade se encaminhava para a gangrena.
A família dela teve notícias de um espírita, que vivia na cidade de Sacramento e realizava prodigiosas curas, chamado Eurípedes Barsanulfo. Através de tratamentos espirituais realizados por Eurípedes, Dona Maria Modesto, ali conduzida, vê-se curada da obsessão que a envolvia como também da perna que seria amputada.”



Mediunidade, Saúde e Religião


Salve buscador!

Muitos ainda creem que mediunidade está restrita à religião. Um engano que se carrega como crença. Todo espírito encarnado é médium, vivenciando temporariamente na “carne”. Somos médiuns em variados graus. A intermediação entre os mundos material e espiritual ocorre mesmo sem a consciência do homem-espírito.
 

Como espíritos, pensamos, sentimos e agimos manifestando-nos na matéria densa, através do corpo físico. Entre a energia terrestre e a sutileza espiritual, encontram-se os corpos dimensionais que envolvem o espírito, possibilitando sua movimentação na esfera terrena.    

Conforme a condição espiritual, somos mais ou menos sensíveis às emanações fluídicas sutis e desta forma podemos classificar os médiuns como naturais, ostensivos ou de fundo.

Médiuns naturais: A mediunidade ocorre naturalmente junto aos outros sentidos, desenvolvendo-se conforme a evolução do espírito.

Médiuns ostensivos: São médiuns que submetidos às leis do karma, renascem com um afloramento mediúnico mais intenso e com seus corpos em descompensação vibratória. Sua condição parafisiológica proporciona uma sensibilidade exacerbada.

Médiuns de fundo: São aqueles que têm sua mediunidade ativada por assédio e obsessões espirituais. Quando cessado o envolvimento espiritual, o médium de fundo, volta a sua natural condição mediúnica.

Há uma estreita relação entre a saúde física, mental e a mediunidade.

No intercâmbio mediúnico, temos a participação dos chacras, presentes nos corpos sutis, que assimilam e distribuem as correntes de energia entre diferentes dimensões em que o ser integral e holístico está inserido. 

Toda influência energética  que recebemos através dos chacras, passa pelo crivo dos corpos sutis mental, emocional, vital e finalmente pelo corpo  físico. Os sistemas endócrino e nervoso são ativados, produzindo a sintomatologia típica do padrão vibracional próprio de cada ambiente ou espírito que nos toca energeticamente.

A interpretação das sensações advindas do plano espiritual é conduzida de acordo com as crenças e o significado que o médium dá a cada uma delas. Portanto, quanto mais isento de limitações preconceituosas e julgamentos, mais ampla será sua tradução como canal mediúnico.

A falta de consciência sobre o sexto sentido, torna o médium muito mais vulnerável às negatividades vibracionais e propício aos desequilíbrios dos corpos físico, emocional, mental e espiritual. Como alguém que caminha na escuridão da ignorância sobre si e sua interatividade com as dimensões sutis, o médium perde a oportunidade de usar sua ferramenta mediúnica em seu benefício e autoconhecimento e também em prol do próximo.

Há na prática da psicologia, psiquiatria e medicina, como um todo, a condução de diagnósticos, baseados no conhecimento científico com paradigma materialista. Transtornos físicos e psicológicos são avaliados nesse contexto e abrem uma lacuna para as questões espirituais.
Na visão holística, a saúde ou desequilíbrio mediúnico resultarão em saúde ou desequilíbrios físico e mental. Síndrome do pânico, esquizofrenia, TOC, transtornos de depressão, ansiedade e bipolar e outros desequilíbrios da mente, são ativados a partir do campo áurico.

Quando há a aproximação de um espírito desencarnado, o médium mais sensível, com seus chacras mais suscetíveis, receberá a influência da energia emanada, sofrendo as consequências da sintonia vibratória entre ambos.
Tanto as obsessões espirituais quanto a mediunidade ostensiva, causam grande parte dos transtornos psicológicos e necessitam de um olhar mais integral, para que possam ser tratadas adequadamente.

O médium desequilibrado é todo aquele que se encontra submetido às energias deletérias de obsessores e ambientes, devido sua conduta desregrada e sua sintonia vibratória negativa, que acolhem pensamentos e emoções destrutivas, além de sua falta de conhecimento sobre si mesmo.


Os transtornos mentais estão associados a cristalizações no corpo mental, que induz o médium a um padrão vibratório repetitivo e doentio ou refletem os sintomas da mediunidade ostensiva e desconhecida pelo médium. Muitos médiuns são tratados erradamente com a alopatia que apenas camufla a sintomatologia.

Os desequilíbrios físicos também têm raízes profundas com a frequência que o espírito vibra e sua relação com os planos sutis e material.
Alguns médiuns curadores têm em comum a capacidade de assimilar com facilidade o prana ou ectoplasma. Se não o faz fluir, direcionando-o ao próximo, pode acumular grandes massas em seu corpo vital que se transformam em cistos e outras doenças físicas.

A religião pode ser de grande valia ao médium, quando assimilada por sua alma, auxiliando na transformação interior, que resultará numa mudança de seu padrão vibracional. Porém, não é imprescindível para a saúde mediúnica como alguns acreditam.

A prática da vida diária é que determinará o desenvolvimento e saúde mediúnica. De nada vale, o médium frequentar por anos uma casa espírita sem que haja a renovação interior que se expressa no dia a dia. No trabalho, no lar, nas relações com o meio e o outro.

Existe a perfeição implícita no universo e em todas as manifestações, basta reconhecermos e aprendermos a lidar com nossa multidimensionalidade. Estamos entrelaçados por um oceano de energia e o sexto sentido, ou mediunidade, é a bússola do médium, que o leva a navegar.

A saúde mediúnica não depende de religião. A mediunidade equilibrada é resultado de pensamentos, sentimentos e emoções equilibradas. O comportamento diante da vida, as escolhas que fazemos.
O caminho da cura para o médium desequilibrado, assim como para as doenças do corpo e da mente, está no autoconhecimento e no despertar da consciência.

Precisamos em nossa caminhada evolutiva, perceber os nossos desvios, condutas desfavoráveis, vícios da mente e do corpo. Crenças limitantes que carregamos por vidas, sem a consciência de que somos responsáveis por nossa prosperidade, plenitude e felicidade. 
A saúde é um complexo que emerge da integração harmoniosa do ser multidimensional consigo mesmo e com todas suas realidades dimensionais.

Seja Amor!

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Cuidado com o olho gordo! Aprenda a se proteger...


Lembro-me de uma ocasião em que recebemos a visita de uma moça em casa. Naquele período, meus irmãos e eu éramos solteiros e morávamos com nossos pais. Ela trabalhava com meu irmão mais velho e minha mãe a recebeu em nossa sala. Lá havia uma planta, muito bonita que, no dia posterior, amanheceu morta. Minha mãe, apesar de não se voltar a nenhuma religião específica e sem nenhum estudo mais apurado sobre o assunto, logo concluiu que aquela mulher era uma pessoa invejosa e seu olho gordo havia atingido a pobre plantinha. 

A sabedoria popular está presente em cada um de nós, com o que assimilamos de nossa cultura, com os nossos ancestrais. Eu respeito muito esse conhecimento adquirido através dos tempos. Os médicos de pés descalços, precursores da Medicina Tradicional Chinesa, as benzedeiras, os xamãs, são todos seres imbuídos desse saber sobre a nossa essência. 

Meu pai, desde pequena, dizia para que não pisássemos sem sapatos em piso gelado. Algo que aprendeu com meus avós e que para a medicina ocidental não tem nenhum nexo. Porém, quando me embrenhei na medicina chinesa, deparei-me exatamente com esse contexto. Considera-se que o frio adentra o corpo instalando desarmonias. A síndrome do frio que nos acomete, provocando doenças. 

Deixando de lado algumas crendices que não fazem parte do conhecimento humano, adquirido em sua comunicação com a natureza e sua observação, estamos resgatando o respeito à sabedoria de nossos antepassados. 

O olho gordo é a capacidade que uma pessoa tem de emanar sua energia invejosa desfavorável a outra, ao seu lar, a sua vida. Muitas pessoas não acreditam neste poder maléfico que alguém tem de interferir em seu bem-estar, pura e simplesmente. Concordo que é necessário que haja uma explicação viável.

Estamos entrelaçados, sofrendo a influência energética, uns dos outros. Isto é ponto pacífico entre os estudiosos, que compreendem a energia que está presente em todas as coisas. Einstein admitiu que toda matéria é energia condensada e a medicina oriental se baseia na manipulação energética para curar. Todas as criaturas, plantas, animais e seres humanos, são dotados de um corpo sutil, conhecido por corpo vital. Ele serve de molde ao corpo físico e toda doença tem inicio nesse corpo, sendo que os pensamentos e sentimentos nele atuam, mobilizando e influenciando. 

Comunicamo-nos energeticamente na dimensão sutil e qualquer intervenção alheia que assimilamos, inicia-se no corpo vital. Quando alguém, envolvida em seus pensamentos e sentimentos negativos, devido sua frequência vibratória, entra em contato conosco, sua energia pode nos prejudicar. O olho gordo é a inveja que alguém sente, oposta ao sentimento de admiração. Não há contentamento nesse ser quando ele olha para você desse modo. Há uma inquietação, um desagrado por não ser ele quem está em sua condição, seja profissional, familiar, financeira ou amorosa.

Essa pessoa não se importa com você, ela sente um mal-estar e a energia que envia é pesada, doente. É alguém preso ao egoísmo e que sofre em seu casulo de dor. Entretanto, se você abre as portas de sua casa para ela, a desarmonia que a acompanha, como lama que escorre, pode respingar em você.

A inveja é uma energia invasiva, que lança um olhar de cobiça venenoso. Não podemos negar a existência do olho gordo, mas ele pode ser transformado. Em seu lugar, a admiração é o olhar contemplativo. Pode-se sentir admiração por alguém, fazendo de seu exemplo um caminho que se objetiva seguir para si. 

Olho gordo existe sim, porém, não é necessário que nos preocupemos demasiadamente com ele. Basta que estejamos na energia do amor, da confiança no bem, que nos fornece a proteção contra os invejosos. É uma questão de sintonia vibratória. Estamos imunes quando não nos sintonizamos com a energia destrutiva da inveja.

Quando abolimos de nossa vida algumas crenças, ao mesmo tempo, elas se dissolvem de nossa realidade. Quem vive achando que os outros o invejam e colocam olho gordo em tudo que lhe pertence, é uma pessoa muito apegada a si mesma, é egoísta. Nessa vibração de egoísmo ela se coloca vulnerável e se sintoniza com o que teme. Então, apesar de sabermos que o olho gordo é real, em nossa vida essa realidade pode passar longe! 

Como se defender do olho gordo? 

Não se exponha demais aos outros

Quando você faz isso, você abre o seu campo energético, que fica vulnerável a receber as energias deletérias das pessoas. Nem todo mundo fica feliz em ver você de bem com a vida, seja mais reservado. 

Tenha sempre plantas em casa e no trabalho 

As plantas são escudos contra o olho gordo. Elas são atingidas pelas energias negativas, antes que nos atinjam. 

Pensamentos positivos 

Não tenha medo de ninguém. Quando você acredita que o olho gordo pode atingir você, ele se torna mais efetivo, você dá poder a força que ele traz. Não entre na mesma sintonia vibratória da pessoa invejosa. 

Nunca zombe daquilo que não conhece ou desacredita 

Você não tem que acreditar no olho gordo, mas quando despreza e desrespeita com escárnio, seja o que for, sintoniza-se com a energia da discórdia e do desamor. Fortalece a negatividade em si, que nessa vibração o afeta e aproxima dos espíritos zombeteiros.

Não tenha sentimentos negativos pela pessoa invejosa

Entenda que o invejoso, é alguém que não é feliz consigo mesmo, que não aceita a situação em que se encontra e não acredita no próprio potencial para conquistar o que deseja. Procure compreender esse irmão que se encontra em estado de aflição e de egoismo. Um dia, ele se libertará de seu casulo.

Seja Amor!

Não viva de aparências, seja feliz!


Pegamos uma fila enorme para reencarnar e quando chegamos aqui não podemos deixar que a vida passe em vão... Não, desta vez não se permita viver superficialmente. Mergulhe de cabeça nesta experiência maravilhosa. As emoções à flor da pele, inspirando profundamente o ar, o coração batendo com vontade.

A vida é muito chata e vazia quando a gente fica forçando um comportamento que não condiz com o nosso ser, vivendo de aparências. É preciso se posicionar, aprender a dizer não para os outros e sim para sua alma. Ter muita coragem e se embrenhar nas aventuras que a vida oferece.

Hoje compreendo que tenho que me respeitar. Há coisas que não combinam comigo, neste momento da vida, e que não quero participar. Iria perder meu tempo e minha energia, tentando ser quem não sou. Não tenho nada contra quem gosta, mas, por exemplo, não vejo a mínima graça em me reunir com outras mulheres para trocar receitas para o próximo jantar. Inclusive sou péssima na cozinha... Este é um mero exemplo, dentre tantas outras situações que podem nos levar a momentos ruins ou uma vida toda de infelicidade.

Não tenho que ser igual aos outros e nem fazer comparações. Permito-me ser quem sou. E o mundo tem sofrido grandes transformações positivas neste sentido. Estamos deixando de ser um rebanho manipulado. Sabe aquela história da ovelha negra?
Eu sou o que sou...

Acho que assumir o que a gente quer viver agora é essencial para que a felicidade possa surgir. Há pessoas que nem sabem o que querem, porque ficaram muito tempo tentando se adaptar às regras familiares e sociais e esqueceram de si mesmas. Viver de aparências é conviver com mentiras. Interpretando um personagem que não tem nada em comum com as nossas necessidades reais, com nosso jeito único de ser. Isto pode acontecer a qualquer um, ficamos por algum tempo perdidos entre o que somos e queremos e o que nossos pais e a sociedade esperam de nós.

Nem sempre é fácil desfazer as amarras que nos unem a eles e a infantil necessidade de aprovação. Entretanto, a independência só é conquistada ao vivenciarmos o que queremos, sem a influência de outros em nossas decisões. Você tem o direito de se enganar em suas escolhas e não há problema nenhum em errar. Desta forma, é que aprende a escolher melhor. E o erro mais comum é fazer escolhas baseadas no que os outros consideram importante, sem pensar se serão boas para você.

Casamentos que perduram nas aparências, amizades falsas, trabalhos que não satisfazem, posturas que não são verdadeiras. Carregando o peso da obrigação e do dever. Um fardo difícil e de sofrimento, como se na infelicidade, estivesse cumprindo sua tarefa de vida. Ninguém nasce para ser infeliz, para sofrer por toda vida, como um castigo necessário à evolução do espírito. Então, chegará aquele dia em que você vai dizer:

- Ah, se voltasse no tempo, faria tudo diferente...

Normalmente, o arrependimento surge quando se percebe quanta energia foi desperdiçada, tentando viver algo que lhe fazia infeliz. Se você sente que não se conhece, está com muitas dúvidas sobre sua vida e principalmente não se sente feliz, é seu momento de mudar, não deixe para depois. Não dá mais para inventar desculpas para não sair dessa situação. Se esquivar colocando barreiras para impedir sua felicidade, irá perpetuar seu sofrimento.

A única regra é não ferir ninguém, respeitando o espaço e a verdade de cada um. Todas as outras convenções você tem que jogar fora. Libertar-se da necessidade de agradar a quem quer que seja. Viver das aparências torna você apático, como uma marionete manipulada por mãos alheias. Não dá para ser feliz assim. Viva a sua vida com integridade. Aprenda a se amar e respeitar aquilo em que acredita.

Esqueça o que ouviu sobre o certo e o errado e comece a escutar as suas vontades e principalmente a sua intuição. Ela levará você exatamente pelo caminho que precisa trilhar para sua felicidade. Vença o desafio de se aceitar e se amar incondicionalmente.


Estamos transformando o nosso mundo e a mudança começa sempre dentro de nós. Abandonando preconceitos e parando de se esconder. Todos temos uma ovelha negra pronta para vir à tona. Ovelhas negras, vermelhas, verdes, azuis, amarelas ou multicoloridas, todas são bem-vindas. 

Contra os inimigos experimente a água da paz


Algumas pessoas trazem muita raiva dentro de si e jogam setas envenenadas em quem quer que passe por perto delas. Às vezes somos atingidos por uma, sangramos, sentimos dor e temos que impedir de sermos contaminados pelo veneno, para não começarmos a agir como elas. 

Andei meio triste e irritada, mesmo recebendo tanta orientação da espiritualidade para não me deixar levar por essa onda de negatividade. Afinal, reconheço que estou longe da condição de angelitude. 

A irritação é um incômodo que faz aflorar a raiva, companheira do medo, a emoção contrária ao sentimento de amor. Como um animal quando sente dor, tendemos a atacar o que representa perigo, reação para garantir a sobrevivência. A agressão acontece de várias formas, além do ataque físico. Uma crítica destrutiva, um insulto, um julgamento e na maledicência. É um sinal de insegurança diante de sua vítima. Quem ataca seu próximo com palavras grosseiras e desdenha de seu semelhante esconde por detrás dessa camada de raiva uma enorme carência, a falta de autoamor. 

Ouvindo uma palestra, dias atrás, o orador lembrou uma passagem de Chico Xavier que, entre suas experiências, contou que certa vez foi aconselhado por sua mãe, espiritualmente, para que, quando irritado e triste, diante das críticas à sua pessoa e ao seu trabalho, fizesse o seguinte: 

Pegasse um copo com água, bebesse um pouco, conservando o resto na boca, sem engolir. E enquanto durasse a tentação de responder, que deixasse a água banhando a língua. Esta é a água da paz.

Algo importante a trabalharmos em nós mesmos. A irritação está presente nos relacionamentos humanos, destruindo lares e nações. Inflamando o egoísmo que se converge em discussões e violência. Um veneno mortal que tem se mostrado relevante na condição atual do planeta. Precisamos aprender a lidar com a irritação, sem deixar que o ímpeto de agressividade nos tome, fazendo reagir. A irritação é um incômodo que “cutuca” a gente. Como pode alguém ir contra o que eu penso, o que eu digo e faço?

A irritação é comum a todos nós, cada um, em maior ou menor intensidade e frequência. Dá uma coceira na língua, uma vontade louca de responder. E o que quero provar com isto? Que tenho razão e a pessoa não... 

Na verdade, ela me atingiu, sua seta certeira feriu meu ego, meu orgulho. Eu não preciso provar nada para ninguém, não preciso dar a última palavra, não tenho que responder e entrar em sintonia com o que eu não desejo em minha vida, em meu espaço interior. Nem quero guardar remorsos em meu coração. Quero aprender a cultivar a paz, principalmente a paz interior. 

Não vou deixar de realizar o que acredito como bom e correto em minha vida, perdendo o meu equilíbrio, revidando. Se o fizer, estarei aceitando a agressão e sua energia destrutiva. Escolhemos com quem compartilhar nosso espaço sagrado e o que vamos plantar. Jogamos as sementes, distribuímos aos que estão próximos e tentamos semear juntos. Quem não concorda com o plantio não precisa participar. Quem quer plantar outro fruto, que fique à vontade. Cada um de nós tem o Livre-Arbítrio para experimentar, sem o julgamento alheio. 

Responder a uma agressão nos torna, também, agressores. Não é reprimir a irritação, o que não seria saudável. É se posicionar diante dela, antes de qualquer reação e perceber que aquele agressor deseja nos desarmonizar, fazer cairmos aos seus pés, sofrendo de raiva e admitindo a importância de sua empreitada maldosa. Aprendi que eu não terei inimigos se não cultivá-los em meu mundo íntimo. Ninguém é responsável pelo que nutro em mim e os inimigos nunca estão do lado de fora. Eles estão dentro de nós, nossos impulsos internos que deixamos crescer como ervas daninhas. Assim é a irritação agindo dentro de cada um de nós. 

Para tanto, podemos fazer a agressão que nos é dirigida perder seu impacto para não nos desmoronar. A água da paz tem um significado muito profundo. É não reagir de forma impulsiva e explosiva. Ficar quieto, silenciar e entrar em contato com a irritação. Tirar o poder do ego e se conectar com o poder do pacificador. A raiva é como uma bomba que provoca grande estrago em nós. O que fazer com ela?

Leve-a para um canto, acenda um incenso, coloque uma música suave e sente-se com ela. Observe-a, a partir de seu fluxo respiratório e de seu corpo. Perceba como você está contraído, suas articulações, sua fisionomia. Vá soltando e desfazendo seu corpo desta posição de ataque. Vá aos poucos mudando seu fluxo respiratório, acalmando, inspirando e expirando lenta e profundamente. O tempo todo seu ego tentará lhe tirar do comando. Ele dirá que você está agindo como um “banana”. Não lhe dê atenção, continue a dissolver a irritação. 

Pode ser que demore alguns dias ou até algumas semanas para se desprender desse sentimento e desfazer a energia estagnada. Porém, não desista. Vá substituindo a conversação com o ego pela conexão com o Todo. Deixando o orgulho de lado que separa uns dos outros, aceitando humildemente as próprias fraquezas, assim como Chico Xavier que, nos revelando suas fragilidades, tornou-se muito mais forte.

O egoísmo faz nos sentirmos como um grão de areia insignificante, enfraquece-nos e amedronta. Coloca nossa autoestima lá para o fundo do poço. O ego não sabe o que é amor. Ele não nos ama e não consegue amar o próximo. Ele nos faz lutar contra nosso ser maior ao qual pertencemos, a consciência do Todo, do Um. Não despreze ninguém e também não sinta ódio. O desprezo é um sentimento de superioridade do ego e o ódio representa a ilusão de inferioridade. 

Este é o meu e o seu aprendizado. Este é o nosso destino, aprender a amar incondicionalmente. Respeite o seu semelhante sem ter que, no entanto, concordar com ele. Assumindo sua posição de forma pacífica e consciente. Para anular a força do bruto, somente a delicadeza do amor. 

Seja amor!

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