SÍNDROME DO PÂNICO - tratamento e cura

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Cristalizações do Passado e o Caminho da Cura





por Nadya Prem - nadyaprado@uol.com.br



Vida após vida buscamos nossa evolução e autoconhecimento a caminho da iluminação.

A cada experiência vivida temos a oportunidade de reformular conceitos, aprender novos significados, resgatar erros cometidos, realizar novas empreitadas. Criamos vínculos de amizade e fraternidade ou de inimizade, mágoas e ressentimentos.

Estamos em tempo integral interagindo, mesmo quando nos achamos sozinhos.

Na verdade, nunca estamos totalmente sós, porque somos unidos uns aos outros, por pensamentos, sentimentos, sintonia energética e espiritual.

Quando pensamos em alguém, imediatamente criamos um laço fluídico que nos liga a essa pessoa.

Quando guardamos sentimentos de mágoa em relação ao outro, podemos nos tornar obssessores dessa pessoa. Se ela estiver na mesma frequência vibratória que a nossa, será atingida por esse sentimento que lhe fará mal, se não, apenas nós mesmos seremos prejudicados.

Seja como for, os sentimentos negativos são como manchas que se cristalizam e tomam forma.

As mágoas e ressentimentos se instalam em nossa alma e ela adoece.

A alma é o espírito encarnado.

O espírito alimenta os sentimentos que crescem e se alojam então nos corpos energético e físico.

A doença como sintoma, surge para fazer despertar a alma, que como um sonâmbulo perambula pela vida sem consciência.

Toda doença psicológica ou física é uma cristalização do passado.

Para desintegrá-la e extingui-la é necessário não mais alimentá-la.

Muitas vezes trazemos cristalizações de relações de vidas passadas, tão antigas que não nos damos conta.

Para despertarmos é preciso perceber quais os pensamentos, sentimentos e emoções que nos movem hoje e que alimentam as cristalizações.

Às vezes sentimos uma estranha sensação de tristeza, mágoa, angústia e nem sabemos de onde vem.

Não nos conhecemos.

Em algumas situações, somos rudes com o outro ou até conosco, sem qualquer razão aparente.

Mas o que guardam esses sentimentos e emoções descabidas?

Por que algumas vezes nos ressentimos com nossos familiares gratuitamente?

São reações automáticas, posturas condicionadas que trazemos de vivências passadas que se fixaram em nosso ser.

Somos atraídos para situações e pessoas que nem sempre nos fazem bem e repetimos vivências que nos remetem às fixações passadas.

Através do autoconhecimento pela expansão da consciência, podemos revelar as cristalizações que nos acompanham, compreendendo fatos desta e de outras vidas, que se alojaram e se tornaram doenças em nossa alma, em nosso corpo físico.

Descobrindo a dor oculta que se alimenta de nossa fragilidade e inconsciência, tomamos as rédeas de nossa alma e de nossa saúde no caminho para a transcendência.

Om Shan

Nadya Prem


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Quem são os obsessores espirituais?




No último encontro com meus guias falamos sobre as obsessões espirituais.

Como entender a obsessão, sem o estigma da forte impressão que nos causa quando ouvimos que alguém ou nós mesmos estamos com um obsessor espiritual à  espreita.

Estamos todos, sem exceção, rodeados por obsessores. Em casa, no trabalho, em nossas relações.

Para termos a exata compreensão da obsessão é necessário analisarmos as questões da sintonia energética, dos resgates de vidas passadas e de nossa existência neste planeta.

Para evoluirmos, reencarnamos neste planeta que nos acolhe como uma mãe. Aqui encontramos espíritos afinados com o nosso padrão energético e do planeta.

Todos que vivem aqui, encarnados e desencarnados, são espíritos que se encontram de forma geral e ampla, conectados numa mesma frequência vibracional.

A cada reencarnação criamos novos karmas, resgatamos dívidas com o passado, desfazemos vínculos doentios, iniciamos novos vínculos.

Somos todos espíritos em falta com nossos irmãos espirituais, nossos irmãos terrenos. Se assim não fosse, não estaríamos mais vivenciando neste planeta as diferenças sociais, a miséria, a violência e tantos outros dramas.

Mas, por que nos vermos de forma tão negativa?

Porque somente através do desvendar sombrio que nos acompanha, da aceitação de nosso lado negativo e diabólico, que podemos compreender a Deus e a nós mesmos.

Não adianta falar de amor sem enfrentar o ódio que é sua contraparte.

Não adianta falar de coragem, sem entender o medo.

Não adianta falar de gratidão, sem eliminar o desprezo.

A obsessão é alimentada pelos sentimentos contrários ao amor.

Esses sentimentos ainda nos acompanham e quem não os admite, vive sob o véu da ilusão.

Quando nos colocamos à disposição para alterarmos nosso padrão vibratório, para nos transformarmos em alguém melhor, buscando tratamento para as nossas feridas e enfermidades; logo caímos no desânimo que surge ao primeiro obstáculo.

Normalmente a dificuldade de mudança está na força contrária que a frequência vibratória a qual estamos habituados exerce sobre nós.

Essa energia nos puxa para o lado oposto à melhora.

Nossos obsessores espirituais encarnados e desencarnados formam grande parte dessa energia contrária ao nosso melhoramento e reforma íntima.

Esses irmãos estão vinculados a nós e estamos presos a eles por um laço fluídico muito forte.

Somente o amor poderá desfazer as algemas doentias dos ressentimentos, do medo, da ira, da amargura, do rancor e da vingança.

Mas, se eles nos querem mal, não querem nos ver saudáveis, então vamos forçar o rompimento das amarras que nos vinculam?

Afinal, esses irmãos são espíritos malvados e que não merecem nossa estima.

Não, não é esse o caminho da redenção, do crescimento e da transformação interior que nos tornarão plenos.

Antes de nos curarmos definitivamente e a fim de nos tornarmos espíritos melhores em bondade, caridade e amor, teremos que exemplificar a paciência, o perdão, a aceitação, a força interior para não desistir no primeiro embate e, mais que isso, precisaremos ajudar esses irmãos obsessores a crescerem junto conosco. De verdugos em nossas vidas, eles se transformarão em companheiros de caminhada evolutiva. Numa nova existência estarão em nossa família consanguínea como filhos, irmãos, pais e cônjuges.

Então, concluímos disso tudo, que também fomos e somos obsessores de alguém.

Ainda estamos engatinhando em nossa evolução e em nosso aprendizado. Conhecendo nossos sentimentos, nosso egoísmo, nossos vícios, nosso lado negativo. Nossos desejos não satisfeitos pelo outro e pela vida, nos incomodam, nos tornam ressentidos.

De toda relação familiar o amor deverá brotar. É por isso que existe a pequena família consanguínea.

Então, não precisamos maldizer e temer os obsessores. Necessitamos desses irmãos para o nosso próprio crescimento.

Da mesma forma, todos nós um dia, fomos obsessores de Jesus e o colocamos na cruz. Ele, no entanto, nos perdoou e aceitou a cada um de nós em seu coração. E até hoje ele nos acompanha a trajetória que nos levará até ele e a nossa Grande Família Universal.

Estamos todos conectados e não há como deixarmos para trás nossos irmãos de jornada. A compaixão não é egoísta.

Também temos nossos mentores, guias espirituais que nos auxiliam e não descansam no intuito de nos ajudar.

Os orientais nos ensinam sobre os bodhisatwas, que são seres iluminados, mas que não nos abandonam. Eles nos acompanham e nos ajudam sem cessar para que aceleremos nossos passos rumo ao Todo.

Vamos todos juntos tranformando este planeta de expiação e provas em um planeta de regeneração. Depende de cada um de nós e de todos juntos.

Namastê



Om Shan

Nadya Prem

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Religião e Preconceito


Ah! Salve a falange dos Pretos-Velhos!

São os espíritos mais evoluídos e sábios que pude ouvir e sentir em meu coração.

Eles ensinam o caminho do abandono do ego para a iluminação.

Quanto mais humildes nos tornamos mais sabedoria trazemos.

Quanto menos nos preocupamos com a aparência pessoal, mais nos conectamos com o todo.

Não devemos julgar a evolução de um espírito pela polidez das frases, que podem estar mascaradas. Palavras rebuscadas, muitas vezes, não tocam o coração.

Os pretos-velhos, com vocabulário simples e comum, trazem em cada palavra um sentimento de amor compassivo, que nos atinge o coração. A sabedoria de suas frases amorosas.

Eles ensinam a nos desfazermos das considerações preconceituosas, a nos libertarmos de valores limitantes, da norrmose das religiões. Regras e normas pautadas em preconceitos materiais, em julgamentos humanos.

Os pretos-velhos tem o dom de curar as doenças da alma, causadoras das doenças humanas.

Os pretos-velhos são um exemplo de destituição do sentido egoico. Sem caprichos, vaidades, apegos.

Ouvi dizer de um célebre espírita, que não há sentido o espírito do preto-velho se apresentar dessa forma, mancando, falando errado... É triste constatar que na esfera da doutrina espírita tenham pessoas com essa visão tacanha.

Eu sempre serei uma defensora pública dos pretos-velhos e das outras falanges da Umbanda. Sou contra a normose religiosa.

Conceito criado e desenvolvido por Jean Ives Leloup, Pierre Weil e Roberto Crema, a normose é uma patologia causada pelo consenso de um conjunto de hábitos considerados normais e que, na realidade, são patogênicos e levam à infelicidade e à doença.

A causa da normose são o pensamento e a atitude egoica que prevalece em grupos de toda espécie, visto que a infelicidade e a doença são o resultado da separatividade do ser.

O dogmatismo religioso contém princípios e fundamentos que devem ser seguidos,  por todos os adeptos, sem a possibilidade de revisão e questionamento dos mesmos. Isso significa que, são interpretações humanas que moldam as religiões.

No ocidente, quantas religiões se disseminaram, interpretando de formas variadas as parábolas de Jesus? Quanto mais a civilização progrediu culturalmente e tecnologicamente, mais distante de Deus ela ficou.

Suas interpretações sobre a espiritualidade, se afastaram da sabedoria trazida pelos mestres através dos tempos, se tornaram materialistas, fundamentalistas, egoístas e portanto separatistas.

Na idade Média, a Inquisição se valeu da ignorância do povo e de seu poder para aniquilar os bruxos, pensadores e artistas.

Até hoje, se falar que sou bruxa, é provável que queiram me colocar na fogueira!

E se eu disser que incorporo o espírito de uma preta-velha...

A transreligiosidade é um novo conceito que nos traz a superação dos dogmas da normose religiosa e do ego que nos integra ao sentido transpessoal de unidade.

No caminho da evolução humana, esse novo conceito vem substituir e trazer ao planeta de expiação e provas o impulso necessário para a continuidade de sua transformação para um planeta de regeneração.

O milagre está nas mãos e no coração da própria humanidade, dos espíritos que encarnam em Gaia, através do despertar da consciência cósmica que os habita.

Sejamos os protagonistas dessa transformação que aguardamos alcançar!

Om Shan!

Nadya Prem

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Será que sou Médium?


A mediunidade está presente em todas as pessoas. Certamente a grande maioria não sabe que é médium e também nem imagina como perceber os sentidos que lhe são sutis.

Presas à matéria e aos cinco sentidos, as pessoas vivem de maneira automática e se entregam à cultura de uma sociedade consumista e ansiosa. Submetidos à ilusão dos pensamentos e desejos que geram o afastamento do momento presente e de si mesmo.

Toda nova perspectiva exige uma libertação do ser e tem como premissa o não julgamento e a quebra de preconceitos.

Muitos não compreendem a mediunidade como algo natural, inerente ao ser.

Para sentir o dom mediúnico é necessário a mudança de paradigmas e o abandono de crenças limitantes, que por si só, anulam quaisquer possibilidades de novos conhecimentos e práticas.

Para a prática mediúnica, o primeiro passo é o aquietamento da mente inferior, para que venham à tona outras sensações e sentidos.

Abrir os canais mediúnicos requer disposição, boa vontade, estudo e acima de tudo transformação interior.

As pessoas estão envolvidas, em grande parte, por um véu energético que impede o processo de integração mediúnica.

É fundamental o questionamento, não do novo e do que vai além de nossas limitações, mas o questionamento de nós mesmos, de nossos valores.

Teimar em não aceitar o que nos fere os antigos padrões que até então sustentaram nossa personalidade, é uma defesa primária do corpo emocional. É uma barreira inicial a ser transposta em qualquer processo de mudança e aprendizado.

Apenas acreditar não basta para acessar os sentidos sutis.

Você pode dizer que acredita ser médium, mas para sentir seu dom você terá que percorrer o caminho que lhe levará às outras dimensões.

Ir de encontro à espiritualidade é como alçar voo para a liberdade.

O autoconhecimento é a chave mestra do entendimento mediúnico.

Saber distinguir qual o pensamento que é próprio de sua mente e qual o pensamento que lhe é sugerido por outros seres; perceber as sensações de seu corpo energético e físico; sentir a energia que emana ao seu redor.

A mediunidade traz até hoje, entre muitos céticos, o estigma de ser chamada de bruxaria, no sentido pejorativo da palavra.

O médium ostensivo, que possui mediunidade em alto grau, é visto com desconfiança.

Como no período em que viveu o espírito de Joana DArc, grande médium morta e queimada na fogueira, sob acusação de bruxaria; ainda trazemos o fantasma da época da Inquisição em nossas entranhas espirituais.

Resquícios da Igreja Católica que impedem a libertação das crenças sobre o bem e o mal, castigo e redenção.

O espiritismo que muito contribuiu para extirpar os preconceitos e a ignorância espiritual, também traz em seus bastidores, a desvalorização da mediunidade, caindo nas rédeas do preconceito.

Tratando o médium ostensivo como um pecador a pagar seus castigos através da tarefa mediúnica, a doutrina tende a perdê-los, cada vez mais.

A mediunidade precisa ser encarada não apenas no contexto religioso. Não deixando de lado a importância do desenvolvimento mediúnico pautado na renovação interior, tem que se ir mais adiante.

Mediunidade ou bruxaria, como queiram, é um dom divino que trazemos para a vida terrena e que nos conecta ao mundo de onde partimos e para onde retornaremos com a morte física.

Conhecer a si mesmo e viver plenamente através da transformação alquímica que ocorre a cada reencarnação é o nosso propósito de vida.


Através do entendimento mediúnico se trilha o caminho rumo ao conhecimento integral do ser que interage, quase sempre inconsciente, em tantas dimensões além da matéria.

Namastê

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Sonhos Espirituais X Sonhos Mentais - A Vida Além do Corpo Físico


Existem muitas teorias sobre o sono e os sonhos. A humanidade sempre buscou a compreensão dos sonhos. Segundo Freud, eles são a via que leva ao conhecimento do inconsciente mental.

O sono é composto por fases, que se iniciam com o sono leve passando para o profundo;  necessários principalmente para o descanso e relaxamento do indivíduo, além de ativarem a secreção de hormônios importantes à manutenção da saúde.

A quinta fase do sono é chamada de sono REM, fase em que os especialistas afirmam ocorrer a maior parte dos sonhos.

Jung aponta os sonhos como forças naturais que ajudam o ser no processo de individuação, através de personagens arquetípicos.

Existem vários tipos de sonhos e interpretações.  Neste artigo os abordaremos no contexto transpessoal espiritualista.

Denominaremos de sonhos mentais todas as imagens, formas e ações investidas pela mente em conjunto com o espírito e sua capacidade de memorização. Quando dormimos, as produções mentais são plasmadas no ambiente energético que nos rodeia. Junto a elas também são acrescidas projeções de outras mentes as quais podemos captar.

Imagine o ambiente que nos cerca, no momento do sono, repleto dessas projeções, tão vivas que se confundem com a realidade das preocupações materiais.

Nesse campo energético estão presentes os miasmas e as formas-pensamento que se misturam ao nosso halo.

A mente acumula as impressões energéticas e também as impressões, conscientes ou não, dos acontecimentos da vida diária. No sonho mental elas compõem parte da historia que transcorre no momento do sono físico.

Muitos quando adormecem permanecem nesse ambiente de sensações energéticas, impossibilitados de alçarem voo às esferas mais sutis. Grande parte dos espíritos sai em busca dos ambientes astrais que sintoniza pela afinidade.

Adentramos então a dimensão dos sonhos espirituais, onde todos os espíritos encarnados e desencarnados tem lugar comum, a dimensão astral.

O espírito, enquanto o seu corpo físico se recompõe pelo sono, sai a perambular no ambiente astral. Chama-se o fenômeno de projeção astral.

Nessa dimensão os espíritos se encontram e convivem assim como na matéria. As criações mentais estão espalhadas no astral, assim como as criações da matéria estão espalhadas na dimensão física.

Podemos sentir e vivenciar nesse plano de acordo com nosso preparo espiritual e nossas preocupações diárias. Se estivermos muito conectados as sensações, seremos atraídos para vivenciar essas sensações inferiores na dimensão astral. Ao contrário, se estamos sintonizados com sentimentos de amor fraterno e com intenções superiores, seremos atraídos aos ambientes propícios ao nosso intimo.

Podemos sonhar apenas com imagens de pessoas queridas, encarnadas e desencarnadas, plasmadas pela mente, como também podemos encontrar verdadeiramente esses entes no plano astral.

 O sonho mental e o sonho espiritual se fundem no momento do sono e estão presentes desde sua primeira fase.

A partir do instante em que iniciamos o relaxamento dos cinco sentidos materiais, o sexto sentido é acionado mais intensamente e aumenta a nossa percepção das outras dimensões.

Nas práticas de relaxamento podemos identificar claramente as produções mentais quando realizamos visualizações. A sensação de bem estar que a visualização nos proporciona indica a capacidade que a mente tem de criar e plasmar.

Quando acordamos do sono físico pouco nos lembramos dos sonhos. Isso ocorre porque nesse momento, nossos cinco sentidos materiais tomam novamente a dianteira.

Algumas vezes, lembramo-nos de cenas que nos parecem desconexas e raramente trazemos para a vida física os encontros com espíritos mais elevados, que tem como característica uma energia tão suave e sutil, que não é compatível com a energia pesada do ambiente material. 

Entretanto, quando nos deparamos com espíritos sofredores durante o sono e com cenários carregados de dor e energias deletérias, acordamos cansados e muitas vezes nos lembramos desse infortúnio como pesadelos.

Para compreendermos melhor os sonhos e para avaliarmos as nossas condições energéticas, anotá-los em um caderno é um processo bastante importante e positivo. Possibilita o acesso mais profundo a nossa espiritualidade e a nossa mente. É uma ferramenta para o autoconhecimento que vai além dos sentidos materiais.

  

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Psicoterapia Transpessoal Espiritualista



Acreditar ser apenas matéria é negar a si mesmo.

Como explicar o universo interior que existe além dos cinco sentidos?

Quantos pensamentos, sonhos, sentimentos estão armazenados e vivos dentro de cada um?

Como explicar a sensação do toque, que desperta os sentimentos mais profundos.

O nosso corpo sente, não apenas como reação ao ambiente como um vegetal, o corpo se emociona, chora e sorri. Serão apenas movimentos e processos esteriotipados?

Sinto meu corpo energético, arrepios, pulsação, sinto a presença de um espírito quando se aproxima, sinto que estou presente como alma neste corpo.

Fecho os olhos e sinto a energia que emana além da matéria.

Sinto a conexão entre todas as coisas, a dependência entre todos os seres que vibram, que se sintonizam.

É tão pequeno acreditar que somos apenas matéria. Um aglomerado de sangue, pele,músculos, ossos, órgãos e um cérebro que tem lá no meio dele , a glândula pineal formada por cristais de apatita.

O ceticismo é característica da rigidez causada por uma visão limitada, orgulhosa e egoísta, de quem acha que a sua verdade é a única, pois lhe falta sabedoria.

A humildade é o primeiro passo para o conhecimento e para a expansão da consciência.

A Psicoterapia Transpessoal Espiritualista ensina a Ser além do Ter, desidentifica e amplia, conscientiza e abre as portas para o Amor Compassivo.

Medo?  Isso é coisa do ego.

Somos uma sucessão de vidas e encarnações em busca do reconhecimento de nossa origem e essência divina.

As doenças são consequências da ignorância que ainda trazemos, maquiada pelo orgulho.

Para trilharmos o caminho da cura  precisamos abandonar a velha estrada, mudar o roteiro e o script que nos acompanhou até então.